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Divorciei-Me e Casei com o Homem Mais Rico romance Capítulo 758

— Meu Deus! Um homem e uma mulher sozinhos... com certeza fizeram coisas indecentes.

— Então ela agrediu a mãe do Jacinto agora para arrancar dinheiro dela?

— Pode ser, viu... Vai ver ela engravidou e pediu dinheiro à mãe do Jacinto, e ela não quis dar!

— Virgem Santa, o gosto dela é muito peculiar; o Jacinto é tão feio, tsc tsc!

Os burburinhos e fofocas ao redor, como era de se esperar, chegaram aos ouvidos de Deise Paiva.

William Branco também os ouviu.

Ele virou a cabeça para olhar para Deise Paiva, com os olhos repletos de culpa e desculpas.

Como se dissesse a ela: Tudo culpa minha, acabei estragando a sua reputação.

Naquele instante, Deise Paiva saiu de trás de William Branco.

De qualquer maneira, Deise Paiva vestia roupas de grife da cabeça aos pés, e, por mais simples que fossem os moradores da vila, ficava evidente que as suas condições não eram comuns.

Ela saiu de trás dele com tamanha naturalidade e serenidade, carregando uma aura própria, que imediatamente fez a multidão fofoqueira calar a boca.

— Eu sou uma médica.

Assim que Deise Paiva abriu a boca, sua voz soou firme e sonora.

Os moradores da vila, incluindo a barraqueira, ao ouvirem as palavras de Deise Paiva, prenderam a respiração, ficando em silêncio absoluto como cigarras no frio.

Somente William Branco demonstrou uma pitada de desconfiança nos olhos.

— Eu trabalho no instituto de pesquisa da Universidade Alvorália. O Jacinto foi selecionado como cobaia do nosso instituto e, desde ontem, ingressou em nosso novo grupo de observação experimental. E vocês... estão espalhando rumores em público sobre uma relação médico-paciente e difamando a diretora do instituto, o que se enquadra como calúnia e perturbação da ordem pública. Um simples telefonema meu é suficiente para colocar todos vocês na prisão.

Deise Paiva não só falou de forma contundente e inquestionável, como sua expressão exibia a arrogância e a opressão típicas de alguém em posição de poder.

Os moradores da vila não se atreveram a dizer mais nada, todos de cabeças baixas, como se temessem ser reconhecidos e presos.

— Mas... mas... mas por que você não me avisou que estava observando o nosso Jacinto? Eu sou a mãe dele, a sua responsável legal.

Deise Paiva não pôde deixar de agradecer intimamente por ter sacado cinco mil em dinheiro num caixa eletrônico antes de ir a Vila Lupina.

Justamente porque temia que o pagamento por celular fosse inviável depois de entrar em Vila Lupina, ela havia sacado o dinheiro.

Não imaginava que seria útil em um momento como aquele.

Com os cinco mil em mãos, a barraqueira foi embora radiante; os outros espectadores, vendo que não havia mais diversão para assistir, também voltaram para as suas casas.

William Branco seguiu Deise Paiva de volta ao apartamento alugado.

Deise Paiva se virou e deparou-se com o rosto enfurecido de William Branco.

Aquela raiva era visível mesmo com a cabeça baixa e a franja lhe cobrindo os olhos.

— Está com raiva?

O canto da boca de Deise Paiva estremeceu levemente.

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