— Paty.
Rafael correu até a filha.
— O que aconteceu? Você se machucou?
Patrícia ergueu a mão para ajeitar os cabelos desalinhados.
— Estou bem, pai.
Ela lançou um breve olhar para Felipe, que continuava parado à porta, antes de voltar a encarar Dalila.
Visivelmente constrangido, Adriano se dirigiu aos funcionários em tom severo:
— O que aconteceu aqui?
Patrícia respondeu antes que qualquer um deles pudesse abrir a boca:
— O senhor está perguntando às pessoas erradas, Adriano. Pergunte à sua querida filha o que ela fez.
Dalila estremeceu e a fulminou com os olhos.
— Se eu não receber uma explicação hoje, isso não vai terminar aqui.
Adriano desviou a atenção para o homem caído no chão e franziu a testa.
Dalila se apressou em rebater:
— Você não sabe se comportar, vive se envolvendo com qualquer homem e agora quer colocar a culpa nos outros?
— Dalila!
A repreensão de Adriano ecoou pela sala.
Patrícia soltou uma risada carregada de desprezo.
— Vou deixar uma coisa bem clara. Eu nem cheguei a beber daquela taça. Só fingi porque queria descobrir que tipo de armação você estava preparando. E, no fim, vi que continua recorrendo aos mesmos truques baixos e vergonhosos de sempre. Não quer admitir? Tudo bem. Chamamos a polícia e deixamos que investiguem como você se juntou a esse desgraçado para acabar com a minha reputação.
Não era preciso dizer mais nada. Todos na sala compreenderam o que havia acontecido.
Rafael endureceu o tom.
— Então chamem a polícia.
Adriano interveio rapidamente:
— Rafael, vamos resolver isso com calma. Primeiro, mandarei apurar tudo. Prometo que Paty receberá uma explicação. Quanto aos recebíveis que discutimos anteriormente, ainda podemos continuar negociando.
A última frase não passava de um lembrete disfarçado.
A multa havia afetado de maneira considerável o fluxo de caixa do banco, e Rafael sabia exatamente o que Adriano estava insinuando.
Antes que ele respondesse, Felipe falou:
— Senhor Adriano, assuntos pessoais não devem ser misturados com negócios.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...
O autor parece uma pessoa perdida na floresta: gira.....gira..... E volta sempre ao ponto de partida....
Horrível a gente pagar caro pra ler um livro e ficar faltando tantas falas, eu teria que ter bola de cristal para adivinhar né...
Kd os novos capítulos?...
Ia ser tão top se tivesse uma sena quente dela e de Leandro e ele finalmente se declarasse pra ela. To chapando muito!...