No quarto dia em Boston, já recuperados da viagem, Roberto acompanhou Natália à universidade para mais uma etapa do processo seletivo.
Na véspera, Nadja estava prestes a entrar em contato com Leandro quando, para sua surpresa, ele falou com ela primeiro.
— Noemi disse que você tinha algo para me entregar?
— Sim. Quando o senhor teria um tempo?
— Amanhã. Por acaso, estou livre. Vou mandar o endereço para você.
— Está bem.
Assim que a ligação terminou, Nadja percebeu o quanto estava nervosa.
Respirou fundo algumas vezes, tentando conter a ansiedade.
Aquela talvez fosse a melhor oportunidade que teria.
Mesmo que tudo desse errado no fim, pelo menos não carregaria o arrependimento de nunca ter tentado.
Por isso, na manhã seguinte, não acompanhou Natália à universidade.
Saiu cedo e foi até o endereço que Leandro havia enviado. Tratava-se de uma cafeteria.
Nadja escolheu uma mesa junto à janela e ficou observando o movimento da calçada através do vidro enquanto esperava.
Cerca de dez minutos depois, um carro preto encostou diante do café.
Um homem alto desceu.
Leandro vestia um sobretudo cor de camelo sobre uma blusa de cashmere cinza-escura. Alto e elegante, carregava aquela sobriedade que parecia fazer parte dele. Com os traços marcantes e a aparência impecável, era difícil não notá-lo assim que entrava em qualquer lugar.
Nadja o acompanhou com os olhos através da fachada de vidro.
Já fazia algum tempo desde a última vez que se viam, mas ele parecia exatamente o mesmo.
O rosto sereno, a postura tranquila, nenhum sinal de tristeza.
Como se nada tivesse acontecido.
Leandro logo a avistou e cumprimentou-a com um leve aceno de cabeça.
Nadja sorriu em resposta. Sob a mesa, porém, os dedos se apertaram sobre o colo. Para esconder o nervosismo, levou a xícara aos lábios e tomou um gole de café.
Leandro entrou, caminhou até a mesa e se sentou diante dela.
— Desculpe a demora.
— Não demorou. Eu é que cheguei cedo.
Um garçom se aproximou. Leandro pediu um café e alguns doces.
— Os doces daqui são muito bons. Vale a pena experimentar.
— Obrigada.
Nadja colocou a sacola sobre a mesa e a empurrou na direção dele.
— A Noemi pediu para eu entregar isto ao senhor.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Eu pulei do capítulo 1122 para o capítulo 1146 e, ACREDITEM....., não senti nenhuma diferença....
Entre os parágrafos: OS DOIS SE VIRARAM...e ANDRÉ DEMONSTROU SURPRESA.; tem mais 5 parágrafos sim bastante coisa. Aqui a gente paga e não recebe toda a história. Acompanho no app GOOD NOVEL e vejo que falta muito texto aqui....
Esse livro era otimo ate o capitulo 700 mas agora esta simplesmente um porre.... sem falar q atualiza a prestação. Ja gastei tanto tempo e dinheiro, so por isso continuo... se naoz queria nem ler essa porcaria mais....
Um capítulo por dia!!!! Não é possível, a história já está se arrastando faz tempo, nenhuma tomada de decisão e agora um capítulo por dia! Acho que a autora quer que os leitores abandonem o livro....
Agora vai um capítulo por dia? Então muda lá na capa onde diz "7 capítulos por dia"....
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...