Ao fim do expediente, Leandro foi procurar Tatiane.
Quando soube que ela pretendia comparecer ao velório na manhã seguinte, assentiu.
— Você deve ir mesmo. Que horas pretende sair?
— Bem cedo.
— Tenho um compromisso pela manhã, mas Sérgio e eu passaremos por lá à tarde.
— Está bem.
Quando Tatiane voltou para casa, Mônica, Marcos e os demais já haviam recebido a notícia da morte de Alexandre.
Ninguém se opôs à decisão dela. Na verdade, eles também pretendiam comparecer ao velório.
Não eram parentes dos Barbosa e provavelmente nem seriam bem recebidos pela família, mas isso pouco importava. Bastava agirem de acordo com a própria consciência.
Na manhã seguinte, o dia amanheceu sob nuvens pesadas, prenunciando uma tempestade.
Tatiane escolheu um vestido preto e comprido, prendeu os cabelos de forma simples e, assim que terminou de se arrumar, desceu.
Depois do café da manhã, Cristiano assumiu o volante e levou todos ao salão funerário.
O trânsito já estava congestionado a algumas centenas de metros da entrada. Muita gente havia ido prestar as últimas homenagens a Alexandre. Pelas placas e pelos modelos dos carros, ficava claro que praticamente todas as personalidades de destaque de Nova Aurora estavam ali.
Eles levaram mais de meia hora para chegar ao estacionamento.
A essa altura, a chuva prometida pelo céu cinzento já desabava com força.
Cristiano saiu primeiro e abriu o guarda-chuva para protegê-la.
— O chão está escorregadio. Tome cuidado.
— Está bem.
Tatiane segurou o braço dele com uma das mãos e carregou as flores na outra.
O salão funerário estava lotado. Os presentes aguardavam em fila para entrar na sala do velório.
Apesar da quantidade de pessoas, o silêncio era absoluto. Todos mantinham uma postura solene e avançavam de maneira organizada.
A família Barbosa havia destacado alguns funcionários para receber os convidados mais influentes.
Ao sair da sala do velório, o mordomo da família avistou os Oliveira e não conseguiu esconder o desagrado.
Tatiane também o reconheceu.
Depois de conduzir os convidados que acompanhava para dentro, ele foi avisar Bruna sobre a chegada deles.
Bruna não se sentia bem e não tinha condições de receber pessoalmente todos os que vinham prestar condolências. Por isso, permanecia descansando em um dos quartos, enquanto os dois filhos e a neta por afinidade cuidavam da cerimônia.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...
O autor parece uma pessoa perdida na floresta: gira.....gira..... E volta sempre ao ponto de partida....
Horrível a gente pagar caro pra ler um livro e ficar faltando tantas falas, eu teria que ter bola de cristal para adivinhar né...
Kd os novos capítulos?...
Ia ser tão top se tivesse uma sena quente dela e de Leandro e ele finalmente se declarasse pra ela. To chapando muito!...