Bia se adaptou à escola com uma facilidade impressionante. Até então, não tinha encontrado dificuldade em nenhuma matéria, e estudar continuava sendo algo leve e prazeroso para ela.
Tatiane e Henrique, por outro lado, seguiam sem se falar.
Nenhum dos dois procurava o outro. Era como se tivessem chegado, em silêncio, a um acordo que nunca precisou ser colocado em palavras.
Bia também não voltou a insistir para que Tatiane fosse morar com o pai. Não perguntou mais quando os dois iam se casar, nem quando poderia ser daminha no casamento.
A menina simplesmente continuou ao lado da mãe, tranquila, sem tocar novamente no assunto.
Tatiane, é claro, percebeu a mudança.
Queria perguntar o que tinha acontecido, entender o que se passava na cabeça da filha, mas nem sabia por onde começar. No fim, só conseguia redobrar os cuidados com Bia e passar com ela todo o tempo que podia.
Naquele dia, Felipe voltou para Nova Aurora.
À noite, apareceu na casa da família Oliveira carregando várias sacolas. Entre elas, havia presentes que tinha comprado especialmente para Bia e Theo.
Assim que o viu, Bia correu até ele, toda animada.
— Tio!
Felipe sorriu, se abaixou e a pegou no colo.
— A Bia tá mais alta de novo, hein?
— Tô mesmo!
Ele riu.
— E não foi só isso. Está ficando mais bonita a cada dia.
Bia realmente se parecia cada vez mais com Tatiane quando era pequena.
A menina abriu um sorriso satisfeito com o elogio.
Marcos se aproximou.
— Até que enfim resolveu dar as caras. Vive ocupado desse jeito... Daqui a pouco a gente nem vê mais você por aqui.
Felipe colocou Bia no chão e respondeu, um pouco sem jeito:
— Daqui pra frente, as coisas devem ficar mais tranquilas. Vou tentar vir mais vezes ver o senhor.
Marcos fez pouco caso.
— Pra que complicar? Volta logo a morar aqui.
Felipe ergueu os olhos quase por reflexo e olhou na direção de Mônica.
Não respondeu.
Mônica entrou no assunto antes que Marcos insistisse:
— Chega disso por enquanto. Vamos jantar primeiro.
— Tá bom, tá bom. Vamos comer.
Felipe passou os olhos discretamente pela sala, como se procurasse alguém, mas não perguntou nada.
Tatiane percebeu.
— A Paty teve um compromisso hoje. Não vem jantar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...
O autor parece uma pessoa perdida na floresta: gira.....gira..... E volta sempre ao ponto de partida....
Horrível a gente pagar caro pra ler um livro e ficar faltando tantas falas, eu teria que ter bola de cristal para adivinhar né...
Kd os novos capítulos?...
Ia ser tão top se tivesse uma sena quente dela e de Leandro e ele finalmente se declarasse pra ela. To chapando muito!...