Assim que saíram do aeroporto, Leandro levou Tatiane a um hospital no centro de Reykjavík para fazer alguns exames. Felizmente, estava tudo bem.
De lá, seguiram de carro para o hotel que ele havia reservado no complexo da Blue Lagoon, um dos melhores lugares da região para observar a aurora boreal.
Em setembro, as temperaturas em Reykjavík giravam em torno dos dez graus. O clima mudava com rapidez e, naquele dia, chovia.
Envolvida em um casaco grosso de plumas, Tatiane estava confortável dentro do carro aquecido. Leandro, por outro lado, usava apenas um sobretudo sobre um suéter de cashmere.
Ela acabou cedendo à curiosidade.
— Professor, você não está com frio?
Leandro olhou para ela com um sorriso.
— Não. Quer conferir?
E estendeu a mão.
Tatiane lançou um olhar desconfiado para ele, mas acabou segurando-a por um instante.
A palma de Leandro estava surpreendentemente quente. O calor passou para a pele dela no mesmo instante, e Tatiane logo soltou sua mão.
Os dedos dele se fecharam de leve antes de recuar.
— Sua mão está um pouco fria.
— Para mim, está normal. Você é que é quente demais.
— Mesmo assim, é melhor se agasalhar bem.
Depois de cerca de cinquenta minutos de viagem, chegaram ao hotel da Blue Lagoon.
Naquela mesma noite, acompanhados por um funcionário do local, finalmente tiveram a oportunidade de ver a aurora boreal.
As luzes se espalhavam pelo céu em faixas imensas, como cortinas de seda ondulando ao vento, deslizando e mudando de forma sobre suas cabeças.
Tatiane mal conseguia conter a empolgação. Erguia a câmera a todo instante, tirando uma foto atrás da outra.
Tinham dado muita sorte. Logo no primeiro dia na Islândia, já haviam conseguido ver a aurora.
Era linda demais.
Só estando ali, cercada por aquela imensidão, ela conseguia compreender de verdade o impacto daquela beleza.
Ainda encantada, Tatiane se virou para Leandro.
— Professor, vamos tirar uma foto juntos.
— Claro.
Um dos funcionários tirou várias fotos dos dois.
Naquela noite, a aurora permaneceu visível por quase uma hora, um espetáculo longo e raro.
Quando terminou, Tatiane já estava exausta.
Leandro a acompanhou até o quarto.
— Tome um banho e vá descansar.
— Está bem. Boa noite, professor.
— Boa noite.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Eu pulei do capítulo 1122 para o capítulo 1146 e, ACREDITEM....., não senti nenhuma diferença....
Entre os parágrafos: OS DOIS SE VIRARAM...e ANDRÉ DEMONSTROU SURPRESA.; tem mais 5 parágrafos sim bastante coisa. Aqui a gente paga e não recebe toda a história. Acompanho no app GOOD NOVEL e vejo que falta muito texto aqui....
Esse livro era otimo ate o capitulo 700 mas agora esta simplesmente um porre.... sem falar q atualiza a prestação. Ja gastei tanto tempo e dinheiro, so por isso continuo... se naoz queria nem ler essa porcaria mais....
Um capítulo por dia!!!! Não é possível, a história já está se arrastando faz tempo, nenhuma tomada de decisão e agora um capítulo por dia! Acho que a autora quer que os leitores abandonem o livro....
Agora vai um capítulo por dia? Então muda lá na capa onde diz "7 capítulos por dia"....
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...