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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 1177

Logo na entrada, elas deram de cara com Nadja.

Tatiane apertou de leve a mão de Bia e baixou os olhos para a filha.

— Bia, dá oi para a tia Nadja.

Bia ergueu o rostinho para Nadja e cumprimentou, obediente:

— Oi, tia Nadja.

Nadja se abaixou um pouco para ficar mais perto da altura da menina e sorriu.

— Oi, Bia. Como você está linda!

Bia abriu um sorriso, exibindo os dentinhos brancos.

— A tia Nadja também é muito bonita.

A resposta arrancou um sorriso ainda mais carinhoso de Nadja.

Se até ela, que não tinha nenhum laço de sangue com Bia, achava impossível não se afeiçoar à menina, para os próprios pais devia ser ainda pior.

Era quase difícil conciliar aquela garotinha meiga e adorável com Henrique, um homem tão frio, orgulhoso e pouco acostumado a ceder diante de quem quer que fosse.

Nadja tirou da bolsa uma caixinha, abriu e a estendeu para Bia.

Dentro havia um colar artesanal de inspiração vintage, trançado à mão, com um belo pingente de ágata azul.

— É para você. Espero que goste.

Bia não estendeu a mão de imediato. Primeiro, olhou para a mãe.

Tatiane assentiu.

— Pode aceitar. É um presente da tia Nadja.

Só então Bia recebeu a caixinha com as duas mãos.

— Obrigada, tia Nadja. É muito bonito. Eu gostei muito.

— Fico feliz que tenha gostado.

Bia entregou o presente à mãe, que guardou a caixinha na bolsa antes de tornar a segurar sua mão.

Tatiane se virou para Nadja.

— Vamos entrar. As outras já chegaram.

— Claro.

As três subiram de elevador até o terceiro andar.

Pouco depois, um garçom abriu a porta da sala privativa.

Patrícia e Noemi já estavam lá. Assim que viu as recém-chegadas, Patrícia abriu um sorriso.

— Tati, vocês chegaram.

— Bia!

Ceci correu até Bia e agarrou a mão dela. Logo depois, levantou o rosto para Tatiane.

— Madrinha!

Tatiane sorriu.

— Ceci, quanto tempo!

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