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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 133

Ao sair do escritório, Tatiane virou a cabeça e lançou um último olhar para dentro.

Viu apenas o perfil frio do homem enquanto ele abria o envelope e lia a intimação, indiferente como sempre. Mas, no canto dos lábios, desenhou-se uma curva carregada de sarcasmo.

— Tia Evelyn, eu vou te levar pra minha base secreta.

Os olhos de Tatiane se suavizaram.

— Base secreta? E o que é isso?

Beatriz fez um ar misterioso.

— Quando a gente chegar, você vai saber.

Tatiane pediu ao fotógrafo e aos demais funcionários que descessem primeiro e esperassem por ela lá embaixo.

Depois, seguiu Beatriz pelo corredor ao lado da área do parquinho, em direção ao andar de cima. Aquela parte do escritório havia passado por uma grande reforma.

Quando chegaram a um dos cômodos do piso superior, Beatriz digitou a senha com a maior naturalidade e empurrou a porta.

No instante em que viu o que havia ali dentro, Tatiane ficou em choque.

Diante de seus olhos havia um verdadeiro jardim botânico em miniatura.

O ambiente inteiro era mantido em temperatura constante, e a sala contava com projeções holográficas que criavam uma paisagem natural imersiva. Ali dentro, a sensação era a de estar no meio de uma floresta.

Havia flores e plantas raras por toda parte, além de rochas ornamentais, um lago artificial e carpas coloridas nadando livremente na água. Entre folhas e galhos, passarinhos voavam de um lado a outro com leveza.

Beatriz puxou a mão de Tatiane e a levou mais para dentro.

Embora já tivesse ouvido Roberto dizer que Henrique havia colocado metade do próprio patrimônio em nome de Beatriz, ver com os próprios olhos o quanto aquele homem mimava a filha ainda a abalou profundamente.

Henrique era exatamente assim.

Quando se importava com alguém, era capaz de entregar tudo o que tinha de mais precioso.

Mas, com quem não se importava, podia ser frio e impiedoso ao extremo.

Beatriz levou Tatiane até um canteiro florido.

— Tia Evelyn, vamos fazer uma coroa de flores juntas?

Tatiane se abaixou devagar até ficar na altura dela e, olhando para Beatriz, perguntou em voz baixa:

— Bia... A tia pode te dar um abraço?

Beatriz assentiu na mesma hora, espontânea:

— Claro que pode.

E, dizendo isso, foi a primeira a passar os bracinhos em volta do pescoço de Tatiane, jogando-se em seu colo.

Tatiane apertou a filha nos braços, sentindo o corpinho pequeno e quentinho, o cheirinho doce de leite que ainda parecia envolver a menina.

Uma onda avassaladora de emoções transbordou dentro dela.

A ponta do nariz ardeu, e ela quase perdeu o controle.

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