Tatiane levou a mão ao ventre quase por instinto e franziu levemente a testa.
Na sala, o homem já se levantava e subia as escadas sem sequer olhar para trás. A presença ou a saída dela não pareciam ter a menor importância para ele.
Tatiane ficou parada junto à porta por alguns instantes, respirando fundo, até sentir o bebê se acalmar. Só então saiu da casa.
No jardim, sentou-se em um banco e permaneceu ali por um tempo, deixando o coração desacelerar, forçando-se a recuperar o controle.
Alguns minutos depois, já mais composta, levantou-se e caminhou em direção ao portão da mansão.
Ao entrar no carro, Leandro perguntou:
— O que ele queria?
Tatiane tirou da bolsa uma das vias do contrato e entregou a ele.
— Me fez assinar um acordo de não concorrência.
Leandro pegou o documento, deu uma olhada rápida e devolveu.
— O Henrique conhece bem a sua capacidade. Provavelmente ainda tem receio de você. Mas, de qualquer forma, você não pretende atuar nessa área por enquanto.
Tatiane assentiu, soltando um leve "sim".
Leandro deu a partida e saiu dirigindo.
Quando chegaram ao Condomínio Vila Real, já passava das dez da noite.
De volta ao apartamento, Tatiane tomou um banho, organizou algumas coisas e se deitou para descansar.
Nos dois dias seguintes, ficou em casa se recuperando. Mônica a acompanhava diariamente ao estúdio de ioga e, depois, saíam para caminhar juntas. Tatiane sentia que o corpo já não estava tão pesado quanto antes, os movimentos um pouco mais leves.
Algum tempo depois, ela passou a frequentar a Universidade de Nova Aurora.
Leandro providenciou uma mesa para ela bem à sua frente. Sua principal função era auxiliá-lo nas atividades de ensino, organizar materiais das disciplinas, preparar conteúdos e responder às dúvidas dos alunos.
No momento, Leandro não tinha muitas aulas semanais. Naquele ano, também não assumiria orientação de pós-graduação, o que fazia com que passasse boa parte do tempo fora do campus.
Por isso, a carga de trabalho de Tatiane não era pesada. Durante o período em que estava na universidade, ela tinha bastante liberdade para administrar o próprio tempo.
Depois de concluir as aulas da manhã, Leandro ainda organizou as tarefas de Tatiane antes de sair.
Durante esse período, vários alunos apareceram no escritório para tirar dúvidas.
Tatiane entrou no carro.
— E aí, como está sendo a vida de assistente? — Patrícia perguntou, ligando o motor.
— Bem tranquila. — Respondeu Tatiane. — O professor continua tão popular quanto sempre. Mesmo quando ele fecha a cara, não consegue esfriar o entusiasmo dos alunos.
Patrícia riu.
— Beleza é poder, fazer o quê? Com aquela aparência capaz de destruir países… Quando a gente estudava, tinha gente atrás dele desde o campus até a França. Ele ficava tão irritado que chegou a raspar a cabeça e vivia de cara fechada. Não adiantou nada.
Tatiane arregalou os olhos.
— Sério que isso aconteceu?
— E não foi só isso. Teve vez de ele fazer uma garota chorar depois de uma declaração, e ainda me usou como escudo humano. Por um bom tempo, eu virei inimiga pública número um.
Tatiane não conseguiu conter o riso.
— Definitivamente, ser popular demais também tem seus problemas.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...