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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 333

Os dedos de Leandro pararam sobre o teclado. Ele ergueu os olhos para Noemi.

— Então, o que você quer?

— Ainda não pensei.

— Quando decidir, me fala.

— Combinado.

Leandro percebeu que ela continuava ali, sem ir embora.

— Tem mais alguma coisa?

Noemi ergueu levemente o queixo. O olhar afiado atravessou o irmão sem dificuldade.

— Mano, se você quer perguntar alguma coisa, pergunta logo. Desde quando ficou tão cerimonioso comigo?

Leandro soltou um meio sorriso, num ar de resignação. Tirou os óculos, recostou-se na cadeira e apertou os cantos dos olhos, exausto. Depois tornou a olhar para ela.

— O que você conversou com a Tati?

Noemi contou tudo, sem esconder nada.

— Eu sei.

Ela arqueou uma sobrancelha.

— Então você conhece mesmo a Tati.

Leandro respondeu em voz baixa:

— Se o Henrique tivesse mostrado nem que fosse um pouco de compaixão por ela no passado, a Tati não estaria tão decidida agora.

Noemi não sabia exatamente o que Tatiane tinha passado antes. Mas, só de olhar para Henrique agora, já dava para perceber que ele não era apenas um homem frio.

A postura era impecável, até educada. E, ao olhar para Tati, ele sempre trazia um sorriso no rosto. Mesmo assim, havia alguma coisa por trás daquele sorriso que gelava qualquer um por dentro.

— A Tati deve estar sofrendo demais agora. — Disse Noemi, preocupada.

O quarto mergulhou em silêncio por dois segundos.

Então ela abriu um sorriso travesso.

— Mano, é justamente agora que a Tati mais precisa de alguém pra consolar ela.

Leandro lançou um olhar para a irmã.

— Chega. Vai descansar.

Noemi fez biquinho.

— Tá bom. Mas vê se dorme cedo hoje. — Em seguida, abriu um sorriso arteiro. — Nessa idade, já tá mais do que na hora de cuidar da aparência.

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