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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 452

Karine continuava inquieta. Mais cedo, Rick estava com uma expressão terrível, e aquela cena não lhe saía da cabeça.

Naquela noite, Eliane e Karine voltaram para casa.

Felipe as aguardava sentado na sala.

— Mano. — Chamou Karine, em voz baixa.

Felipe olhou para as duas e disse:

— Kari, sobe primeiro. Preciso falar com a mamãe.

Karine assentiu.

— Está bem.

E subiu as escadas.

Eliane se sentou diante de Felipe.

— Fê, sobre o que você quer falar comigo?

Desde a vez em que Felipe tentara barrar o projeto da família Rodrigues e, no fim, acabara cedendo, a relação entre mãe e filho havia voltado a ficar menos tensa.

Felipe não fez rodeios:

— A senhora quer usar o casamento da Kari para fortalecer a família Rodrigues. Mas, mãe, a senhora acha mesmo que a Kari é capaz de prender o Henrique a ela e arrancar algum benefício dele para a nossa família?

Eliane franziu a testa.

Felipe continuou:

— Hoje, ninguém tem mais importância para ele do que a Bia. Se a Bia não aceitar a Kari, ela e o Henrique nunca vão ter futuro nenhum. Quanto mais a senhora insistir, mais vai expor a si mesma, a Kari e toda a família Rodrigues ao ridículo.

Ele fez uma breve pausa antes de prosseguir:

— Existem outras famílias, outros homens que combinam com a Kari. O Henrique não é a única opção. Se a senhora realmente ama sua filha, deveria pensar na felicidade dela daqui para a frente, não usar o casamento dela como moeda de troca.

Eliane suspirou.

— A Kari diz que não se casa com ninguém além do Henrique. Você quer que eu obrigue sua irmã a se casar com um homem que ela não ama?

— Casais se divorciam. Namoros acabam. Isso é normal. Ninguém é insubstituível desse jeito. — Felipe se levantou e disse em tom sério. — Só vou dizer mais uma coisa. Não compare o Henrique a homens comuns. Ele não é movido por sentimentos. Hoje, ele pode deixar a senhora ficar com tudo. Amanhã, pode fazer a senhora perder tudo.

Karine estava parada atrás de uma coluna de mármore, no segundo andar. Ao ouvir a conversa lá embaixo, seus olhos se avermelharam de imediato. As unhas se cravaram com força na palma da mão.

O ódio por Tatiane e Beatriz tomou conta de seu peito.

Naquele dia, Tatiane estava fazendo uma auditoria na revista financeira e acabou ficando no escritório até oito e meia da noite. Foi então que alguém lhe trouxe uma ceia.

— Evelynn, entregaram isto para você.

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