Os dois terminaram de comprar tudo de que precisavam.
Ao chegarem à garagem subterrânea, Tatiane colocou as sacolas no porta-malas, uma por uma. Depois de entrar no carro, perguntou:
— Professor, seu braço está bem? Quer passar em algum lugar para examinar?
Leandro viu a preocupação nos olhos dela, e um sorriso quase imperceptível surgiu em seu olhar. Então a tranquilizou:
— Não é porque me machuquei feio uma vez que virei uma pessoa frágil. Estou bem. Não precisa se preocupar.
— Mesmo assim, é melhor tomar cuidado. Deixe eu ver seu braço. — Respondeu Tatiane.
Leandro soltou um suspiro resignado. Primeiro tirou o casaco, depois puxou para cima a manga do suéter que usava por baixo. Seu braço era firme e bem definido, com músculos alongados e proporcionais, claramente de alguém que se exercitava havia anos.
Ainda era possível ver uma marca vermelha nítida, que não havia desaparecido por completo.
Quando alguém era dominado pela raiva, a força parecia se multiplicar. Mais cedo, Valentina certamente havia usado toda a força que tinha.
Tatiane segurou o pulso de Leandro. Com a ponta dos dedos, pressionou com cuidado o local avermelhado. Ao perceber que ele não demonstrava dor, ergueu os olhos e notou que ele a observava com calma, quase como se estivesse aproveitando a situação.
Na penumbra da garagem subterrânea, a luz atravessava o para-brisa e caía sobre os dois.
O homem a fitava com uma expressão terna e concentrada, os olhos presos na mulher diante dele. Ela mantinha o olhar baixo, examinando com atenção a marca em seu braço. No instante em que ergueu os olhos, os dois se encararam. Dentro do carro, até o ar pareceu se tornar mais suave.
Tatiane retirou a mão e disse:
— Ainda bem que não foi nada.
Leandro abaixou a manga outra vez.
— Vamos voltar logo.
Tatiane deu partida e saiu com o carro.
O que nenhum dos dois percebeu foi que, dentro de um veículo estacionado na diagonal à frente, alguém havia fotografado aquela cena.
Depois do almoço, Cristiano chegou de carro. Roberto também apareceu.
O grupo reuniu as coisas e seguiu para uma área mais afastada da cidade.


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Estava gostando muito da história, mas agora perdeu o encanto. A Tati deveria se divorciar do Henrique. E ficar com o Leandro. O título do Livro não tem nada a ver com a história. Acho que nem vou ler o restante....
"O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores", e é por isso que vocês entregam apenas 3/4 do texto original quando começamos a pagar com as moedas? Porque sempre faltam falas e a gente acaba ficando sem entender algumas coisas. Corrijam isso....
390 capítulos e ele não decide o que faz com ela além de humilhar, 390 capítulos que o irmão lerdo não vê que ela é a irmã que ele tanto procura, ela não entendeu até agora que o pai foi forçado a pedir pra ela sair do pais por conta da mãe monstra dela, história que tinha tudo para ser boa tá andando em circulos... vamos melhorar por favor!...
30 capítulo e não aconteceu nada de interessante, esse cara é ridículo, a história tá perdendo enredo, era pra tá prendendo a gente , mas já tá um saco, li até aqui e não vi sentido algum. Me desculpa só sendo sincera…...