Naquela noite, Tatiane mal conseguiu dormir.
Quando acordou na manhã seguinte, estava com a cabeça pesada e os pensamentos embaralhados. Levou a mão à testa e percebeu que estava com febre.
Ainda assim, obrigou-se a sair da cama e começou a se arrumar. O corpo parecia não ter força alguma. Apoiada com as duas mãos na bancada do banheiro, encarou o próprio reflexo no espelho. Estava abatida, com a pele pálida e os olhos cansados.
Depois de respirar fundo por alguns instantes, lavou o rosto às pressas, tentando despertar.
Ao sair do quarto, encontrou Henrique parado diante da porta.
Bastou olhar para ela para perceber que alguma coisa estava errada.
— Você está bem?
Tatiane não respondeu. Passou por ele em silêncio e seguiu pelo corredor.
Seus passos, porém, eram vacilantes. Mal havia percorrido alguns metros quando perdeu o equilíbrio e precisou se apoiar na parede para não cair.
Antes que conseguisse se firmar, Henrique a tomou nos braços.
O susto a deixou um pouco mais alerta. Tatiane ergueu os olhos para ele.
— Você...
Não tinha forças nem sequer para protestar.
Henrique a levou de volta ao quarto e a deitou na cama. Em seguida, tocou a testa dela por alguns segundos.
— Se está doente, pare de fingir que está bem.
Assim que tornou a se deitar, Tatiane sentiu o pouco de energia que ainda lhe restava desaparecer.
Henrique a observou por alguns instantes antes de chamar o médico da família.
Assim que soube que a mãe estava doente, Bia correu para o quarto.
— Mamãe.
Tatiane olhou para a filha e tentou tranquilizá-la.
— A mamãe está bem. Não precisa se preocupar.
Sua voz, no entanto, saiu quase sem força.
O médico mediu sua temperatura: 39,2 °C. A febre estava alta.
Depois de medicá-la e tomar as providências necessárias para baixar a temperatura, ele se dirigiu a Henrique.
— Senhor Henrique, vamos acompanhar a evolução dela pelas próximas duas horas. Se a febre não baixar, será preciso levá-la ao hospital. Vou permanecer aqui para observar o estado dela.
Bia logo decidiu:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
A história é demasiadamente repetitiva. Mesmas falas, mesmo enredo. Parece açougueiro enchendo linguiça...
Até que fim o Henrique está tendo atitude de marido...
Gente, sou favorável que Henrique e Tati fiquem juntos, mas para isso ele precisa assumir verbalmente para ela que arrepende de tudo que fez, afinal ele também foi vítima desse casamento "arrajado", assumir os erros, pedir perdão declarar que a ama é o mínimo....
Falta o capítulo 763...
Kd o capítulo 763...
Está faltando o capítulo 763...
Desisto , 700 capítulos e a história nao muda... repetitiva, redundante, cansativa......
Mais de 600 capítulos e a personagem ainda remoendo dor, parece que é sadomasoquista, nem sinal afeto ou mesmo respeito entre os protagonistas. Acho que vou tentar outras leituras....
Estava gostando muito da história, mas agora perdeu o encanto. A Tati deveria se divorciar do Henrique. E ficar com o Leandro. O título do Livro não tem nada a ver com a história. Acho que nem vou ler o restante....
"O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores", e é por isso que vocês entregam apenas 3/4 do texto original quando começamos a pagar com as moedas? Porque sempre faltam falas e a gente acaba ficando sem entender algumas coisas. Corrijam isso....