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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 1008

No dia seguinte.

Quando Naiara acordou, o sol já brilhava alto no céu.

Ao olhar para o relógio, viu que eram nove e quarenta e cinco da manhã.

Se não fosse pelo fato de que seu corpo ainda não estava totalmente recuperado para aguentar tanto esforço, Naiara provavelmente não conseguiria sair da cama hoje.

Na última vez, ela havia brincado com Afonso, dizendo que ele já não tinha mais tanto interesse nela.

Como resultado, ele fez questão de provar fisicamente que estava, sim, 'muito interessado'.

E, pelo visto, também estava exausto.

Ele, que normalmente já estaria na empresa a essa hora, continuava dormindo profundamente ao seu lado.

Com os olhos fechados e a respiração compassada, parecia até ostentar um leve sorriso nos lábios.

Estava dormindo tão bem.

Naiara não teve coragem de acordá-lo. Puxou o cobertor com a maior delicadeza possível, preparando-se para levantar de fininho.

Mas, de repente, um braço envolveu sua cintura e a puxou de volta para a cama.

A voz de Afonso soou rouca e inebriante.

— Dorme mais um pouco.

Naiara aninhou-se no pescoço dele, sussurrando com ternura:

— Eu até queria, mas estou morrendo de fome.

Afonso beijou seus lábios.

— Eu trago o café da manhã aqui para você.

Naiara deu uma risadinha.

— Você está com medo de que a Felícia não perceba o quanto nos esforçamos ontem à noite?

O rosto de Afonso relaxou em um sorriso.

— Acho que quem se esforçou mais fui eu.

Naiara não estava disposta a perder aquela disputa.

— Eu colaborei muito bem, ouviu?

Ele enrolou uma mecha do cabelo dela nos dedos, brincando com os fios, e colou os lábios no ouvido de sua esposa, sussurrando uma pergunta atrevida que a fez corar até o pescoço.

Com o rosto em chamas, ela assentiu.

— Uhum.

Como se tivesse recebido o maior elogio do mundo, o sorriso dele se alargou, puramente satisfeito, como um garotinho que acabou de ganhar uma medalha na escola.

Emocionada com a expressão dele, Naiara não resistiu e selou seus lábios nos dele.

Quando a ponta de sua língua tentou avançar, ele a impediu gentilmente.

— Ainda não escovei os dentes.

— Tudo bem — Naiara cedeu. — Eu também não escovei. Então vamos levantar e tomar café da manhã.

— Tem certeza de que não quer que eu traga aqui na cama? — ele insistiu.

Naiara apertou as bochechas dele com as duas mãos.

— Eu não sou tão frágil assim.

Os olhos de Afonso brilharam de diversão.

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Capítulo 1008 2

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