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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 1259

— Não sei. Foi a diretora do orfanato onde a Jade estava quem me entregou. Eu perguntei de onde tinha vindo uma quantia tão grande de dinheiro, e ela disse que foi doação de uma alma caridosa.

Zuleica deu um sorriso amargo.

— Qual alma caridosa iria doar uma fortuna dessas logo para mim? Depois, de tanto eu insistir, a diretora não aguentou e me contou a verdade.

— Foi a Srta. Isadora.

O olhar de Naiara esfriou repentinamente.

— Isadora Coelho?

— Sim, foi ela.

Aquilo era realmente inesperado.

Isadora entregar uma quantia tão grande a Zuleica.

Seria culpa?

Seria uma tentativa de compensação?

Zuleica: — Eu imagino que ela sinta que está em dívida comigo e tentou usar esse dinheiro como compensação. Mas, de verdade, não precisava.

— Eu sei que ela não fez de propósito para me prejudicar. Foi um erro sem intenção.

— Por isso eu não deveria aceitar esse dinheiro, e não posso aceitar.

— Eu ia devolver, mas aí pensei...

Zuleica soltou um leve sorriso.

— Para a Srta. Isadora, esse dinheiro não significa muito, mas para essa nossa cidadezinha, é uma quantia astronômica.

— Então eu resolvi doar tudo. Assim, pelo menos, o dinheiro foi para onde terá um significado real.

Nenhuma das duas gostava de desenterrar o passado.

Lembrar as pessoas que um dia lhes haviam destroçado a alma.

Por isso, Zuleica encerrou o assunto ali mesmo.

— Vocês ainda não comeram, né? Vou levar vocês a um restaurante.

Naiara: — Não precisa. Vamos comer qualquer coisa aqui mesmo.

Zuleica ficou surpresa.

— Aqui?

Naiara sorriu, afetuosa.

— É, aqui mesmo. Eu ainda não provei o seu tempero, essa é a oportunidade perfeita.

Zuleica ficou sem graça.

— Mas a minha casa...

Naiara a olhou com uma falsa advertência nos olhos.

Zuleica concordou de imediato:

— Tudo bem, então vou ao mercado comprar umas coisas.

Naiara se levantou.

— Eu vou com você.

Zuleica: — Não, de jeito nenhum! Pode ficar descansando aqui, você não disse agora há pouco que estava com dor nas costas?

Naiara: — Já passou.

Afonso segurou a mão de Naiara.

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