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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 594

A ideia animou Naiara.

— Por mim, tudo bem.

Gualter olhou para Afonso.

— E você, King?

— Eu...

— Você com certeza vai. Se a Naiara vai, como é que você ficaria de fora?

Naiara finalmente entendia por que Afonso sempre ameaçava jogar Gualter pela janela.

Nunca se sabia se a próxima frase que sairia daquela boca seria um devaneio filosófico ou apenas um comentário irritante o suficiente para merecer um soco.

José ameaçou se levantar para ir junto, mas foi imobilizado por um único olhar de Afonso.

— ...Acho melhor eu ficar cuidando do quarto...

O assistente observou, desolado, os três saírem.

Deitou-se no sofá e suspirou por longos minutos.

Quando se levantou novamente, sua mão esbarrou em algo.

Pegou o objeto e percebeu que era o celular de Naiara.

José pensou consigo mesmo: "Pelo visto os livros têm razão. Mulheres grávidas esquecem as coisas com facilidade."

Deixou para lá. Entregaria quando eles voltassem.

A uns quatro ou cinco quilômetros do hotel, havia um bairro movimentado que reunia arquitetura colonial, patrimônio histórico e uma infinidade de barracas de comida típica. Era o verdadeiro cartão-postal da cidade e um dos pontos turísticos mais procurados.

Os funcionários do hotel haviam sugerido a visita.

A menção às comidas locais já tinha sido suficiente para despertar o interesse de Gualter.

Como Naiara também estava curiosa para conhecer o marco histórico da cidade, virou-se para Afonso.

— Você vem?

— Eu vou com você. Mas deve estar lotado, então não se perca de mim.

Naiara deu uma risadinha.

— Não tenho três anos de idade, Afonso. Não vou me perder.

O bairro boêmio era cortado por um rio histórico que, segundo as lendas locais, costumava ser o reduto da alta sociedade e da nobreza em tempos passados, cenário de grandes festas e passeios.

Ao cair da noite, barcos deslizavam pelas águas sob a brisa suave. A superfície do rio cintilava com o reflexo das luzes coloridas da cidade, como se sussurrasse antigos contos de amor, paixão e tragédia que ali se desenrolaram através dos séculos.

Os barqueiros atraíam os turistas com entusiasmo:

— O melhor jeito de apreciar a vista noturna é de barco! Venham fazer um passeio!

Naiara nunca tinha andado de barco na vida e estava morrendo de vontade de experimentar.

Percebendo o brilho nos olhos dela, Afonso dirigiu-se a um dos barqueiros:

— Somos três. Queremos fechar o barco só para nós.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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