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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 743

No entanto, uma mão a segurou pelo pulso com uma rapidez impressionante, puxando-a para longe do perigo. Em seguida, ela se chocou contra um peito firme e musculoso.

Quando Naiara recuperou o equilíbrio e levantou a cabeça para agradecer ao seu salvador, o "muito obrigada" entalou na garganta.

Era ele!

O homem incrivelmente bonito e de semblante sério à sua frente era o mesmo que havia aparecido no casamento de Fábio Marques.

O mundo realmente era pequeno.

Naiara conteve sua curiosidade e agradeceu educadamente. O olhar do homem era gelado, mas sua voz soou como se conversasse com uma velha conhecida.

— Sozinha?

Naiara respondeu no automático:

— Estou com um colega.

O olhar do homem desceu para a barriga levemente saliente dela.

— Grávida. Melhor tomar mais cuidado.

Naiara sorriu polidamente.

— Obrigada pelo conselho.

Alguém correu até o homem e sussurrou algo em seu ouvido.

Ele falou novamente: — Tenho um compromisso. Preciso ir.

— Certo. Até mais.

O homem deu alguns passos, mas se virou de repente.

— Nós ainda vamos nos ver de novo.

Naiara ficou paralisada. Quando pensou em perguntar o que ele queria dizer com aquilo, o homem já havia ido embora com passos largos.

Nos ver de novo? Como assim? Aquele homem parecia conhecê-la. Mas quem era ele?

Quando Naiara chegou ao Residencial Perfume, Natália e o cãozinho Bolinha vieram correndo recebê-la com entusiasmo. Sabendo da gravidez, a menina, sempre atenciosa, tomou cuidado para não esbarrar nela com força.

— Tia Naiara!

Ela abraçou a menina.

— Ainda não foi dormir?

— Queria esperar você chegar para dormir — disse Natália.

Felícia, que acabara de esquentar o leite, comentou:

— Não tem problema.

Natália pareceu pensar um pouco e de repente mudou de ideia:

— Tia, eu não quero mais ir ao parque. Que tal a gente ir comer algo gostoso?

Naiara não gostava que a menina fosse madura demais para a própria idade e anulasse as próprias vontades.

— Eu prometi te levar, e promessa é dívida.

Mas Natália balançou a cabeça enfaticamente.

— Não, eu não quero. A gente vai quando meu irmãozinho ou irmãzinha nascer.

Apesar da insistência de Naiara, a menina bateu o pé. No fim, ela teve que ceder. O passeio ao parque foi trocado por uma ida a uma lanchonete.

Quando Natália foi para o quarto, Felícia se lembrou de algo.

— Ah, senhorita! Entregaram uma encomenda para você hoje. Deixei na mesa do seu quarto.

Ao entrar, Naiara viu uma grande caixa branca sobre a mesa. Ela abriu e ficou estática por alguns segundos.

Dentro da caixa, havia um vestido de festa deslumbrante e visivelmente caríssimo. E o mais importante: era exatamente o seu tamanho.

Quem teria mandado aquilo?

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