EMILY
Alguns dias se passaram e nenhuma notícia do tio de Matthew, nem de ninguém ligado a ele. Anna contatou sua amiga e ela veio em seu auxílio para ajudá-la a me treinar. Estava me revezando nos meus treinos como feiticeira e como loba.
Matthew imaginou que eu não aguentaria aquela carga de treino, porque além deles, ainda dava plantão no hospital e dedicava-me à "nossa" filha, como agora me referia à Lara. Quando chegava em casa, no final do dia, estava totalmente exausta, mas evoluía muito nos meus conhecimentos.
Após quase quinze dias, recebemos a notícia da alcateia do meu avô. Eles decidiram vir me conhecer pessoalmente, então precisávamos estar preparados para recebê-los, além de mais alguns guerreiros que os acompanhariam. Aquilo estava me deixando extremamente estressada.
Não sabia o que eles achariam de mim, ou o que eu descobriria sobre meus pais. Hoje, na véspera da chegada deles, quase tive um colapso nervoso. Para piorar, fazia dias que não tinha um momento só meu com Matthew. Até Ivy estava de mau-humor quanto a isso.
Estava no banheiro diante do espelho quando Matthew entrou e se posicionou atrás de mim.
— O que está te preocupando tanto? — Ele me perguntou, olhando-me através do espelho.
— A chegada dos meus avós amanhã. — Justifiquei.
— Meu amor, não adianta você se estressar hoje por algo que ainda não aconteceu. Pode ser que amanhã nem aconteça nada.
Ele levou suas mãos até meus ombros e massageou aquela região, fazendo-me fechar os olhos e aproveitar a sensação. Após alguns minutos, ele desceu suas mãos pela lateral do meu corpo e retirou minha blusa. Nossos olhares se cruzaram novamente pelo espelho.
Matthew levou suas mãos até minha barriga, subindo para massagear meus seios, e eu gemi com aquela sensação. Senti seu membro pulsar em minha bunda. Com os bicos dos meus seios já eriçados, demonstrando minha excitação, ele desceu sua mão para minha intimidade, ainda sobre o short de treino que eu estava usando, e pressionou.
Nossos olhares conectados através do espelho. Matthew colocou suas mãos no cós do meu short e o desceu, começando a beijar minhas costas, até alcançar minha bunda, onde também depositou dois beijos. Ele subiu com suas mãos pela parte interna das minhas coxas até minha intimidade, agora livre de qualquer barreira, sentindo provavelmente o quanto ela já estava molhada com minha própria excitação.
— Você nunca me decepciona, meu amor. Empina para mim, quero te provar com minha língua. — Ele disse, arrepiando minha pele.
Obedeci à sua ordem, enquanto ele permanecia de joelho atrás de mim, levando sua boca àquele ponto tão sensível do meu corpo. Assim que senti sua língua, gemi, desejando-o ainda mais.
Matthew puxou meu quadril para si, chupando minha intimidade como se fosse a fruta mais suculenta que ele já provara. Quase gritei naquele momento, e pareceu que seu lobo havia despertado, tornando suas lambidas constantes e ritmadas com algumas boas chupadas.
Ele me virou de frente, desejando ainda mais de mim, provavelmente querendo que eu gozasse em sua boca, para que sua língua pudesse beber do meu mel. Ainda ajoelhado diante de mim, ele levantou meu pé até seu ombro, apoiando-o ali, e agora minha intimidade estava totalmente exposta para ele.
Quando ele acrescentou seu dedo naquela equação, deslizando-o do meu clitóris até minha entrada, quase enlouqueci. Seu lobo parecia desejar que eu alcançasse logo meu clímax, e enquanto me penetrava com seus dedos, começou a chupar-me com vontade, como se sua vida dependesse daquilo.
Não consegui mais resistir, me desfazendo em um orgasmo maravilhoso, enquanto ele bebia todo o meu mel, como se estivesse no deserto. Após esse momento, Matthew subiu com seus beijos por todo o meu corpo, venerando-o. Novamente, dando uma devida atenção a cada um de meus seios, até subir para minha boca e fazer-me provar de meu próprio gosto.
Nosso beijo tinha volúpia, retirei sua calça de qualquer maneira e levei minha mão até seu membro, percebendo o quanto ele já estava pronto para mim. Meu aperto fez com que ele rosnasse, enquanto eu sorria de lado.
Ele me pegou pela cintura, colocando-me em cima da bancada do banheiro e devorando meus lábios ao mesmo tempo, em que seu membro me penetrava, fazendo-me gemer contra sua boca, e aquilo parecia incentivá-lo a ir mais fundo. Sabia que não duraria muito, mas o levaria comigo.
Enquanto ele me penetrava, elevou um pouco seu quadril, encontrando meu ponto G, aquele que me deixava sem ar sempre que o alcançava, fazendo daquele ponto seu alvo e não desviando nenhuma única vez. Dessa forma, me desfiz em outro orgasmo incrível, enquanto ele se derramava completamente dentro de mim, e seu lobo rosnava ferozmente.
Após o nosso momento, Matthew me deixou ali sentada na bancada, enquanto preparava a banheira com óleos perfumados. Enquanto estávamos ali desfrutando daquele momento, ele novamente me deu uma massagem em meus pés e pernas. Ivy estava louca para ser possuída por ele novamente, mas sabia que ele precisava de um tempo para se recuperar.

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