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Expulsa, desbloqueei meu modo chefe supremo romance Capítulo 826

"Você não acredita em mim?" A voz de Sheila cortou a sala, mais nítida e alta enquanto ela se agarrava ao microfone. "Não tenho nada a esconder!

"Tudo bem! Vocês podem ver o relatório de experimento da minha equipe por si mesmos!"

Ela queria esfregar isso na cara de todos que duvidavam.

Ela se virou para a cabine técnica e ordenou: "Coloquem nosso relatório na tela principal, agora! Mostrem a eles como é a verdadeira habilidade!

"Todos vocês verão o que é o poder real!"

A face do presidente do comitê escureceu, a cor sumindo de suas bochechas.

Ele deu um passo à frente, tentando tomar o microfone e encerrar o espetáculo. "Sheila, isso é—"

Sheila se esquivou, praticamente vibrando de excitação, desesperada para se provar e absorver os holofotes. Ela nem sequer olhou para o patriarca do comitê.

"Depressa! Cabine técnica, o que está demorando tanto? Coloquem o relatório da Dreamstride Chasers no telão! Qualquer demora a mais e todos morreremos de velhice antes que essas pessoas se calem!"

A expressão do presidente tornou-se gélida.

Ele tentou interromper a cena — mas Sheila atropelou cada grama de decoro.

Com a mandíbula rigidamente cerrada, ele sinalizou para a cabine técnica.

"Tudo bem, coloquem na tela. Ela é muito insistente. Deixem que ela veja exatamente o que entregou."

Sua voz era fria e seca. "Vamos garantir que ela dê uma olhada realmente boa em seu próprio trabalho."

Sheila, embriagada pela adrenalina, não percebeu o tom de sarcasmo.

Tudo o que conseguia pensar era em ser coroada a mulher mais brilhante da história médica do país.

Ela se preparou para aplausos selvagens.

No segundo seguinte, o telão — transmitido ao vivo para todo o mundo — acendeu.

Todo o auditório mergulhou em um silêncio absoluto.

Sheila ergueu o queixo, esperando pelas aclamações.

Ela tinha certeza de que, assim que todos vissem aquele relatório, ficariam maravilhados.

Mal podia esperar para ver os rostos da equipe Rising Phoenix quando percebessem que haviam perdido.

Mas quando a tela brilhou, não era um modelo de dados revolucionário.

Não havia estatísticas de abalar a terra.

Havia uma caveira gigante, vermelho-sangue, estendida por toda a tela.

Os olhos vazios da caveira encaravam a multidão, famintos e ameaçadores.

Uma onda gélida de horror varreu a sala.

"O que diabos é aquilo?"

"Isso é um vírus?"

"O relatório da Dreamstride Chasers é apenas um vírus?"

As pessoas olhavam para aquela caveira retorcida, com os rostos travados em choque.

Os repórteres ficaram boquiabertos, depois correram para suas câmeras, tirando fotos em um frenesi.

Os representantes corporativos trocaram olhares atordoados e preocupados.

Por quê?

Por quê?

Sua mente zumbia, em branco e frenética.

"Desliguem! Por que não estão desligando?"

Sua voz falhou enquanto ela gritava: "Matem a tela! Cabine técnica, apenas desliguem!"

Ninguém ouviu.

Aquela caveira vermelha continuava encarando, congelada, zombando dela diante do mundo.

Sheila ficou ali, tremendo da cabeça aos pés.

Os refletores a seguiam, expondo cada centímetro de sua humilhação para as câmeras.

Ela se virou, com os olhos ardendo, e lançou um olhar furioso para Helen na multidão.

O resto do mundo desapareceu.

Helen estava relaxada em seu assento, com as pernas cruzadas e o queixo apoiado em uma das mãos.

Quando seus olhos se encontraram, Helen inclinou a cabeça e deixou seus lábios se curvarem em um sorriso lento, cor de sangue.

Seu olhar era frio e afiado, cintilante de puro deboche.

Aquele sorriso era preguiçoso, desapegado, como se estivesse assistindo a um palhaço cair direto em sua própria armadilha.

Sheila sentiu seu cérebro se partir, o pânico e a vergonha inundando cada nervo.

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