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Feliz Aniversário, Meu Amor de Mentira romance Capítulo 12

— Chefe, então você não usava maquiagem e só vestia terninhos pretos e brancos pelo nosso bem, né? Com medo de que a gente ficasse só te olhando e não conseguisse trabalhar.

— Chefe, acho que a empresa te demitir foi a melhor coisa que aconteceu. Agora você pode entrar para o mundo do entretenimento. Eu te apoio!

— Chefe, estou muito curioso para saber quem é seu marido. Que sorte ele tem de ser casado com você! Deve sonhar com isso todas as noites, não é?

Embora fossem chefe e subordinados, ela sempre se deu bem com a equipe. Eles se sentiam à vontade para brincar com ela.

Serena tirou os óculos e piscou para cada um deles.

— Que pena que uma beleza celestial como a minha vocês não verão mais.

Os colegas imediatamente começaram a lamentar, pedindo que Serena os levasse com ela.

Mas, brincadeiras à parte, Serena os lembrou de não a chamarem mais de chefe.

— Esta é a nova chefe de vocês. Ela é minha melhor amiga, e vocês devem tratá-la tão bem quanto me trataram — disse Serena, apoiando a mão no ombro de Ângela.

Ângela parecia uma estranha, ou melhor, uma intrusa.

Embora as pessoas sorrissem para ela, sentia que aqueles sorrisos não tinham calor, talvez até um toque de escárnio.

Ângela se levantou, tentando parecer o mais natural possível.

— Caros colegas, estou muito feliz por fazer parte do departamento de projetos. Espero que possamos trabalhar juntos para alcançarmos novos sucessos! — Ela ergueu a taça e brindou com todos.

Todos se levantaram e beberam.

Apenas Deise, a contragosto, fez uma careta e tomou um gole.

Depois do brinde, Ângela, como chefe, sentiu que já havia feito o suficiente. Estava prestes a dizer algumas palavras quando Serena colocou um saco de tecido sobre a mesa.

— Chefe, que arma você tem nesse saco? — brincou um colega, pois o saco parecia pesado e Serena o carregava com dificuldade.

Serena fez uma cara de mistério.

— Não é como se nunca mais fôssemos nos ver. Não precisa ser assim. Peguem o dinheiro. Carreguei este saco de mais de dez quilos até aqui não para ver vocês chorando, mas para vê-los recebendo o bônus com alegria.

O colega mais velho se levantou primeiro e pegou sua parte.

— Chefe, entre nós, não precisa de palavras.

Serena assentiu, sorrindo.

— É, entre nós, não precisa.

Os outros se levantaram, um por um, e pegaram sua parte. Quando o dinheiro foi todo distribuído, todos se levantaram e brindaram a Serena, desejando-lhe ainda mais sucesso em sua carreira.

Enquanto todos erguiam as taças, apenas Ângela não tinha o direito de participar. Ela havia se tornado completamente o pano de fundo de Serena.

E era exatamente esse o efeito que Serena queria. Com ela como referência, qualquer coisa que Ângela fizesse que não estivesse à sua altura, a empresa e os colegas teriam críticas.

Humpf, o lugar dela não era para qualquer um ocupar!

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