— Eu sempre mandei limparem regularmente. Sempre senti que voltaríamos aqui, e aconteceu exatamente como eu pensei.
Bryan empurrou a porta e se abaixou para pegar a mão de Grace.
Grace, no entanto, esquivou-se e fez um bico, expressando sua insatisfação para Patrícia.
— Mamãe, eu não gosto daqui, quero ir para casa!
Patrícia tentou acalmar Grace:
— Vamos brincar aqui hoje e à noite voltamos para casa.
— Mas eu combinei com o papai de ir ao zoológico hoje.
— O papai está ocupado com um assunto. Outro dia ele te leva ao zoológico, tudo bem?
— Então eu vou ficar em casa esperando por ele.
— Ele...
— Grace, eu sou o seu pai. Aquele homem, você só deve chamar de tio. — disse Bryan seriamente para Grace.
— Você não é meu pai, eu nem gosto de você!
— Não importa se você gosta ou não, eu sou seu pai, você tem o meu sangue!
— Bryan! — Patrícia puxou a filha para trás de si. — Se você continuar assim, eu levo a Grace embora daqui agora mesmo!
Bryan respirou fundo.
— Eu não gosto que minha filha chame outro de pai, assim como você não gostaria que a Grace chamasse outra de mãe, certo?
— Tudo isso é culpa sua...
— Você quer dizer que tudo isso foi causado por mim, certo? Eu admito, mas já estou compensando, e vocês também deveriam tentar me aceitar.
Patrícia cobriu a testa com a mão. Não havia como argumentar com Bryan; ela só esperava que o dia passasse rápido e que ele cumprisse a promessa de deixar Rogério em paz.
— Grace, o papai preparou uma surpresa para você.
Bryan apontou para um quarto ali perto.

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