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Filha da Lua: Entre Lobos e Alfas romance Capítulo 105

Logan

Nunca tive dúvidas de que Isabella foi o maior presente que a Deusa me concedeu. A forma como ela enfrentava as dificuldades, os problemas, e agora os traumas, fazia com que eu a amasse cada vez mais. Pedi-la em casamento, entregar o anel que guardei desde o dia do seu aniversário, foi a melhor decisão da minha vida. Mas o que estávamos prestes a compartilhar agora... isso, sim, mudaria tudo.

— Tem certeza, amor? — Perguntei uma última vez. O que já havíamos vivido até agora me deixava satisfeito. Sentir o prazer dela em minha boca, o toque de seus lábios em mim... Minha Deusa, isso já era mais do que eu poderia desejar por hoje.

— Amor... — Sua voz suave me arrancou dos pensamentos. — Eu quero ser sua por completo, então me faça sua. — Sua mão acariciou meu rosto com delicadeza.

— Precisamos de uma camisinha... Droga, não sei se tenho aqui. — Respondi frustrado, arrancando uma risada dela.

— Logan, eu sou sua! Hoje e para sempre. Não precisamos de proteção. — Havia um brilho em seus olhos que me fez perder o fôlego. Deusa Selene, essa mulher era perfeita.

— Amor, você... — Antes que eu pudesse terminar, ela me interrompeu.

— Alfa Logan, se me perguntar mais uma vez se tenho certeza, eu me levanto dessa cama e não volto mais. —

Tomei sua boca em um beijo urgente e necessário, um pedido silencioso de desculpas por deixar meus medos e dúvidas interferirem no nosso momento. Senti seu corpo se render ao meu toque novamente, suas unhas arranhando minhas costas em um desejo feroz. Nossos gemidos se fundiam em uma sinfonia; e se um simples beijo causava tudo isso, imagine quando eu estivesse dentro dela.

O pensamento fez meu membro latejar de desejo. Nos separamos apenas o suficiente para que eu pudesse mergulhar em seus olhos azuis hipnotizantes.

— Vai doer um pouco. — Falei com suavidade, para não assustá-la. Ela apenas assentiu com um leve aceno.

Ajeitei-me em sua entrada e, ao penetrá-la, vi estrelas. Ela era apertada, mas se encaixava em mim de maneira perfeita. Seu gemido foi música para os meus ouvidos. Ela cravou as unhas em minhas costas e fechou os olhos.

— Olhe para mim, amor. Quero ver seus olhos enquanto te faço minha. — Minhas palavras a trouxeram de volta, e nossos olhares se encontraram em uma conexão que parecia tocar minha alma.

Comecei com estocadas suaves, e cada arfada sua me enlouquecia. Sentia o quanto ela estava molhada para mim, e aumentei a intensidade dos movimentos, entrando e saindo com mais força — não para machucá-la, mas para dar a ela o prazer que merecia.

Chupei seus seios sem sair de dentro dela, seus gemidos começaram a se intensificar, e aquilo mexia comigo de uma maneira que eu não conseguia explicar. Eu a amava.

Tomei sua boca para abafar seus sons, enquanto minha mão descia para acariciar seu ponto sensível. Seus gemidos viraram gritos, e ela enrolou as pernas em mim, o que me fez sorrir em seus lábios.

Essa pestinha tinha instinto — suas pernas me prendiam, intensificando cada estocada, tornando tudo ainda mais prazeroso. Aumentei o ritmo, sentindo que não conseguiria segurar por muito mais tempo. Mordisquei seus seios, brinquei com ela lá embaixo, e, em um último grito de prazer, ela explodiu em êxtase. Eu sorri, satisfeito. Ela era minha.

Quando ela finalmente se acalmou, foi a minha vez. Tomei sua boca e entrei nela com intensidade, me perdendo em cada movimento. Isabella agarrou meus cabelos, puxando-os com desejo. Levou os lábios até o meu pescoço — exatamente onde, em breve, deixaria sua marca — e me mordeu em puro prazer.

Aquilo foi o suficiente. Com um rugido de prazer, me entreguei, gozei dentro dela, sentindo uma conexão única e arrebatadora. Nunca havia feito amor com ninguém antes, e agradeci à Deusa por ter reservado esse momento para minha verdadeira companheira.

Saí de dentro dela e me deitei ao seu lado. Estávamos ambos ofegantes, e, ao me virar para ela, vi um sorriso iluminando seu rosto. Puxei-a para meus braços e a beijei com paixão, fazendo-a gemer.

— Se controle, sua pestinha — falei, lançando um olhar para o meio de suas pernas, onde havia um leve rastro de sangue. — Você ainda está sensível. — Concluí, ajeitando-a em meus braços.

— Sensível ao seu toque, só se for, Alfa Logan — ela ergueu a cabeça, olhando diretamente para mim. — Porque só de sentir você, já te quero de novo. — Ela me beijou, finalizando com uma mordida provocante no meu lábio inferior.

— Minha Deusa, eu criei um monstro. — Ela me deu um tapa leve, e eu gargalhei.

Mas, é claro, dei à minha futura esposa o que ela queria. Nossa próxima sessão foi ainda mais intensa, mais gostosa que a primeira. Isabella tinha razão: nossos toques, mesmo os mais simples, já nos deixavam prontos um para o outro.

Quando acabamos, olhei para o relógio e percebi que já era hora do almoço. Minha alcateia seguia uma rotina rigorosa, o que me ajudava a manter tudo sob controle.

Levantei-me da cama, puxando-a pelas pernas junto comigo.

— O que está fazendo? — Ela arqueou as sobrancelhas, mas antes que pudesse protestar, a peguei no colo e a joguei sobre meus ombros. Isabella gargalhava, pendurada em mim.

— Alfa Logan, já te disse que não sou um saco de batatas! — Dei um tapa em sua bunda, o som seco seguido por seu gemido provocador.

Coloquei-a no chão enquanto enchia a banheira. Sem aviso, a peguei novamente, acomodando-a na água e me sentando atrás dela. Isabella apoiou a cabeça em meu peito, acariciando minhas pernas suavemente. Minhas mãos, distraídas, desenhavam carinhos em sua barriga. Ficamos em silêncio até que ela quebrou o momento com uma pergunta que me deixou desconcertado.

— Quando acha que ele virá atrás de mim novamente? — Senti meu corpo inteiro enrijecer. Depois do que havíamos compartilhado, eu queria me esquecer desses problemas, ao menos por um tempo.

— Amor, não vamos falar disso agora. — Ela se virou para me encarar.

— Ele disse que me faria dele, para que nem Ethan nem você pudessem me ter depois. — Suas palavras me atingiram como uma lâmina, fazendo-me afastar suas mãos de mim. — Agora que sou sua... você acha que ele vai desistir? — Aquilo foi a gota d’água. Levantei-me abruptamente, enrolei-me em uma toalha e saí do banheiro. Ouvi-a me chamar, mas não respondi. Fui até o closet, vesti-me rapidamente.

Quando voltei, lá estava ela, molhada e nua — droga, mesmo irritado, ela continuava sendo a visão mais deliciosa do mundo. Joguei uma toalha em sua direção para que se cobrisse. Não conseguiria ter essa conversa com ela daquele jeito.

— Qual o problema? — perguntou, ajeitando a toalha ao redor do corpo.

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