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Filha da Lua: Entre Lobos e Alfas romance Capítulo 132

Logan

A Deusa me deu um presente: um casamento. Mesmo que minha Luna tenha sido raptada pela segunda vez.

Dessa vez, a recuperei rapidamente, mas, ao resgatá-la, percebi algo. A mesma aura que vi quando lutei contra os Lycans e ela me salvou. Decidi não deixar aquilo me afetar—não agora. Trouxe-a para casa. Nossa casa.

Porque, agora, Isabella era oficialmente a Luna da Alcateia Nox.

Hoje deveria ser minha lua de mel. Aquele dia especial, a desculpa perfeita para que Alfas como eu possuam suas Lunas repetidas e repetidas vezes. Mas quando se trata de nós… nada é normal. Pelo menos, era o que Isabella sempre dizia.

Ela estava deitada em nossa cama, dormindo, mas sua expressão estava longe de ser tranquila. Algo a perturbava. Eu sabia o que era, mas decidi esperar. Quando estivesse pronta, ela me contaria.

Antes de pegar no sono, me pediu para levá-la até Ethan e Megan. E aqui estava eu, velando seu sono, na esperança de que, quando acordasse, estivesse melhor.

— Oi.

Sua voz me tirou dos meus pensamentos. Desci os lábios até os seus e a beijei suavemente.

— Oi, Luna.

Bella suspirou ao ouvir minhas palavras. Agora era oficial. Eu era seu Alfa, e ela, minha Luna.

— Oi, Alfa.

Ela sorriu, mas seu sorriso não chegou aos olhos. Sem dizer nada, se sentou ao meu lado e repousou a cabeça no meu ombro. Acariciei seus cabelos em silêncio. Era no tempo dela. Sempre seria.

— Como está o Ethan? — murmurou, desenhando círculos no meu peito com os dedos.

Droga. Seu toque sempre me arrepiava e mexia comigo nos momentos mais inoportunos.

— Está bem, já acordou. Noah falou com ele há pouco. E você não vai acreditar...

Ela respondeu apenas com um “hum?”, e continuei:

— Ele e Megan se marcaram. No hospital.

Senti sua risadinha contra meu peito, aquecendo meu coração.

— Até que enfim. Eles merecem ser felizes.

Beijei o topo de sua cabeça antes de dizer:

— Assim como nós.

Ela ergueu a cabeça para me olhar. Suas safiras hipnotizantes me fitaram, me fazendo esquecer até o próprio nome.

— Te amo.

Suspirei. Isabella tinha o poder de me desarmar com pequenas coisas—um toque, um gesto, ou apenas essas palavrinhas mágicas.

— Te amo mais.

Segurei seu rosto e a beijei. Profunda e desesperadamente.

Sem aviso, ela montou em meu colo, enroscando os braços no meu pescoço e enterrando as mãos nos meus cabelos. Eu, como sempre, já estava pronto para ela. Sentindo isso, ela se esfregou em mim, me arrancando um arquejo de prazer. Mordi seu lábio inferior e fui recompensado com um daqueles gemidos que incendiavam meu sangue.

Com gentileza, a afastei um pouco, olhando em seus olhos.

— Amor, você tem certeza?

Ela franziu o cenho antes de responder:

— Não há mais motivos nem espaço para dúvidas, meu amor. Somos Alfa e Luna agora.

Ela tinha certeza em suas palavras. Mas não era disso que eu falava. Eu queria perguntar sobre o que aconteceu na cela. Sobre Anthony. Sobre Lucia.

Mas não pressionei.

Ela me queria.

E eu era um filho da mãe sortudo que não deixaria essa oportunidade passar.

Dessa vez, tomei sua boca com mais intensidade. Sem aviso, rasguei seu vestido. Isabella sorriu contra meus lábios. No fundo, ela gostava desse meu lado Alfa, possessivo.

Rapidamente, ela terminou de se despir e me despiu junto.

— Hoje serei sua de todas as formas possíveis.

Pela santa Lua Cheia… essas palavras incendiaram meu corpo inteiro.

Eu a marcaria. A possuiria de todas as formas possíveis.

E depois disso, seríamos felizes para sempre.

A deitei na cama, colando suas costas no colchão.

Olhei bem em seus olhos enquanto ela erguia a mão para tocar meu rosto. Fechei os olhos ao sentir seu toque e deslizei meu nariz sobre sua pele, ouvindo-a suspirar. Ela adorava quando eu fazia isso.

Orion se aproximou, conectando-se a mim. Exibi minhas presas e, sem aviso, as cravei nela. Seu gosto era inebriante. Doce. Intenso. Isabella uivou ao ser possuída, e naquele momento, o laço se selou. Ela era minha. Para sempre.

Senti quando Ártemis tocou nela, e, ao expor suas presas, Isabella me fez seu. A sensação que percorreu meu corpo era indescritível. Nossos corpos e almas estavam agora irremediavelmente ligados.

Desci minha boca por sua pele, explorando cada centímetro com meus lábios. Chupei alguns pontos, marcando-a como minha. Os gemidos de Isabella ecoavam pelo quarto, inflamando cada célula do meu corpo.

Quando cheguei ao seu ponto mais sensível, senti seu corpo se contorcer sob meu toque. Seus gemidos eram um convite, um incentivo para que eu continuasse. Ao sugá-la com voracidade, ela gritou e explodiu em minha boca.

Não lhe dei tempo para se recuperar. A virei de costas para mim. A visão de sua bunda empinada me fez rugir.

Dei um tapa naquela pele redonda e convidativa, e ela gemeu ainda mais.

— De todas as formas, Alfa.

Sua voz era rouca e cheia de desejo. E eu entendi perfeitamente o recado.

Segurei seus cabelos, puxando-a para que meus lábios roçassem seu ouvido.

— Se prepara, pestinha… Se prepara para gritar meu nome.

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