Fórmula do Amor capítulo 10

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Chego em casa e estacionou o carro na frente da garagem, Tay está tão animado, ele desce do carro e correr para abrir a porta da casa.

—Filho assim você vai cair. Falo descendo do carro

Ele entra em casa e eu dou mais uma olhada para o veículo, eu estou feliz por ter comprado o carro que sempre sonhei.

Fiz almoço para mim e Taylor, ele só falava que estava feliz por eu ter comprado o carro. Lili chegou já perguntando de quem era aquela máquina lá fora.

—Tia lili a senhora viu o carro novo da minha mãe? Taylor pergunta feliz

Lília se abaixa para dar um beijo nele.

—Eu vi, que carro lindo, agora você vai achar uma namoradinha na escola.

—Tia eu já tenho uma. Ele fala e eu olho para ele.

—Que história é essa? Pergunto e ele sorrir

—Mamãe é brincadeira. Ele fala sem graça

—Venha comer Lília, está pronto. Ela se aproxima e me da um beijo na testa.

—Vou lavar minhas mãos e daqui a pouco volto. O daqui a pouco dela é meia hora, ela tomou banho e veio comer.

—Como foi a audiência? Pergunto e ela faz sinal com a mão para que eu espere ela terminar de mastigar.

—Você acredita que o cara era tão idiota que nem mesmo tinha mandado autenticar o contrato? Ela fala sorrindo

—Sério, então ele é muito burro. Falo

—Se não fosse isso eu não teria pegado o caso, seria uma caso perdido e eu não me confirmaria em perder. Ela fala colocando mais macarrão na boca.

Lília sempre foi competitiva, ela nunca aceitou perder, até mesmo um simples jogo, baralho, dominó ou qualquer coisa do tipo.

—Quando eu peguei a cópia do contrato e vi que a cláusula era específica, seis anos, pensei logo, esse cara se ferrou, até que procurei a autenticação e não tinha, aceitei de cara, o advogado dele é tão burro que nem mesmo se deu ao trabalho de revisar os papéis. Penso por um tempo, como alguém que é empregador, não se certifica de deixar tudo aos conforme, por que depois tem que passar por isso.

—Esse sorrisinho é de quem ganhou um bom dinheiro. Falo e ela sorrir

—Sim, e de quebra acho que arrumei um trabalho para você. Ela fala e eu fico o em dúvida

—Como assim? Pergunto

—O rapaz que eu fui defender é um piloto de moto GP, ele se acidentou e teve muitas fraturas, ele perguntou se eu conhecia alguma fisioterapeuta e para a nossa sorte você. Fico olhando esperando ela falar que é brincadeira.

—Sério? Pergunto e ela confirma com a cabeça

—Ele está desesperado procurando alguém. Lília termina de comer e vai lavar o prato

—Parece coisa de destino, apesar de eu não acreditar muito nessas coisas. Falo lembrando, antes eu acreditava nessas coisas, mais depois da minha decepção amorosa eu descobri que não existe isso, as coisas apenas acontece como tem que acontecer.

—Falei que você iria lá hoje, no final do dia.

Ela me passou o endereço, pedi que ela fosse comigo, claro que ela aceitou, afinal Lili quer estrear o carro novo.

—Que bom amiga que comprou esse carro, não aguentava mais ver você pegando buzu. Sorrio da forma que ela fala, até que aprendemos bem o português, quando chegamos aqui nós falávamos bem enrolado, agora já nem se nota que somos estrangeiras.

—Filho a mamãe vai ver um trabalho com a tia lili e mais tarde eu chego tá bom, a Bruna vem ficar aqui com você. Sempre que preciso sair e a Lili não pode ficar com ele a Bruna vem, ficar aqui com ele, ela é filha da vizinha, está fazendo faculdade de agronomia, então todo dinheiro extra é bem vindo.

—Boa sorte mamãe. Ele fala dando um beijo na minha bochecha

—Obrigada amor. Quando foi seis horas da noite saímos de casa, até que não fica longe da nossa casa, mais a casa dele é em um condomínio de luxo, Lili fala nosso nome e quem está a nossa espera, o porteiro da guarita liga para a casa.

—Vocês estão liberada. Ele abre o portão e entramos, ficamos olhando as numerações da casa, até ver o número 827. paramos o carro e descemos.

—Vai dar tudo certo amiga. Lili aperta a campanhia da casa, e que casa viu, só por fora já se ver que é enorme, daria umas três ou quatro da nossa.

—Olá boa noite. Uma senhora fala, não tinha nem visto que ela já tinha abrido a porta

—Boa noite, eu sou a Lília e essa é a Mia. Lili apresenta nós.

—Meu nome é Lucia, entrem por favor, Cris está esperando vocês na sala de visita. Adentramos ao local, a casa é enorme, bem a cara da minha antiga casa, mamãe sempre gostou de casa grande, com móveis

Chegamos a uma sala, dois rapazes, estão conversando, a voz me soa familiar.

—Elas chegou. Lúcia fala e os dois rapaz se vira, um está de cadeira de rodas, o rosto mim é familiar, minha mente busca de onde conheço ele.

—Que bom que chegaram, Cris estava ficando louco. O outro rapaz vem até mim, e estende

—Já nós vimos? Pergunto segurando sua mão

—Você frequenta alguma boate. Ele pergunta

—Não, mais eu tenho certeza que já vi você e algum lugar. Tento me recordar a onde, o outro rapaz se aproxima na cadeira de rodas, seu olhar recai sobre mim, esses olhos.

—Muito prazer meu nome é...

O interrompo.

—O furador de fila, eu me lembrei de você. Falo depois de ouvir sua

—Vish, lasco. O amigo dele fala

—Foi você quem furou a fila, eu estava no meu direito. O tal do Cris fala

—Que direito? Direito de respeitar quem chega primeiro, você deveria se invergonhar disso. Falo com raiva

—Esse é o tal babaca que furou a fila? Lili pergunta e ele olha para mim

Quer saber, pode ir embora que eu não preciso de você. Ele fala se virando.

—wou faz isso não Cris, nós precisa sim. O amigo dele fala

—Eu que não quero cuidar de uma pessoa tão... tão. Falo e ele olha Lara mim.

—Tão o que?

Saio da casa dele sem falar mais nada, Lili vem logo atrás. —Eu não preciso disso, na verdade eu não preciso nem trabalhar, eu tenho dinheiro, posso me manter sem ter que trabalhar, afinal eu sou dona da bennette, eu sou dono de três hotel, eu tenho dinheiro Lili. Ela apenas me olha calada, eu nunca falei nada desse tipo, nunca me gabei por ter dinheiro, muitas vezes fingia que nem tinha dinheiro, não para usufruir dos outros, mais sim para saber como era ser uma pessoa sem dinheiro, usei desse dinheiro muito

se pensa assim. Lili fala entrando

casa e eu fui direto para o banho, precisava esfriar a cabeça, nunca imaginei que iria encontrar aquele idiota mais uma vez.

como foi lá? Taylor pergunta, estou secando meu

certo meu amor, mais vai ficar tudo bem.

meu celular tocar, vou até onde ele está. O nome do Henry aparece na tela repetidas vezes, não atendo na primeira, não sei se quero falar com

o tio Henry. Tay fala

amor, daqui a pouco. Falo terminando de secar

jantar e eu pego o celular, Henry liga mais

—Henry.

—Pensei que não queria falar comigo.

não, mais resolvi

por que isso, você não atende minhas ligações, não responde meus e-mail, posso saber se está acontecendo

—Não, está tudo normal.

que começou a usar

—Como sabe?