Fórmula do Amor capítulo 22

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(Lilia)

Passo perfume e por último coloco meu par de brincos, olho mais uma vez no espelho, estou usando um vestido branco com grandes flores vermelhas, coloquei um salto prata e uma maquiagem leve, pego minha bolsa e saio do quarto.

—Está linda, bom jantar. Mia fala deitada no sofá com o Tay.

—Obrigada, ele disse que já está me esperando no carro. Saio de casa e Rahul encostado no carro, ele está lindo, usando um terno preto.

—Melhorou minha noite em cem por cento. Ele vem até mim e estende um buquê de tulipas vermelhas.

—Obrigada. Eu nunca recebi flores de um homem, sempre fui ousada, gostava de sexo, até conhecer o Léo, ele mudou algo em mim, não só me deu um filho, mais também me fez perceber que eu nunca fui mais que um noite de sexo, Rahul me trata diferente, ele até mandou bombom para mim, eu não lhe prometi nada, não dei a entender que ficaríamos ou coisa do tipo, ao contrário do Léo que já quis me levar para cama, e depois jogou a culpa apena em mim, por eu ter engravidado.

—Está pensativa, é sobre o bebê?

Eu contei para Rahul sobre minha gravidez, de alguma forma eu me senti bem em conversar com ele, não estamos em um relacionamento, pelo menos não que eu esteja sabendo.

—Sim, e não. Falo e ele sorrir.

—Está mais para sim, ou para não?

Olho para ele.

—Mais para não. Falo e ele segura minha mão.

Chegamos ao restaurante, ele desce e vem abrir a porta para mim.

—Obrigada. Desço do carro segurando sua mão.

Adentramos no restaurante, ele vai até a recepção e fala seu nome, a gerente leva nós até uma mesa, o lugar é muito bonito, ainda não tinha vindo aqui, meu pai quando está na cidade sempre marca esses jantar em lugares chiques, mais esse ainda não foi premiado.

—Por favor. Ele fala puxando a cadeira para mim.

—Obrigada. Sento e ele vem logo depois e senta de frente para mim.

Fizemos nossos pedidos, como eu não posso beber, ele pediu apenas suco natural.

—E como está sendo esses dias, acho que uma mulher quando está grávida sente muitas mudanças não é mesmo?

Seu jeito de falar é diferente, eu nunca me importei muito com essa se sentimento, eu vi o que a Mia passou quando descobriu a traição do pai do Taylor, aquilo foi doloroso, eu já tive as minhas decepções, nada comparado ao dela, mas eu nunca deixei alguém realmente entrar no meu coração.

—Ainda não parei muito para ver os detalhes, eu sempre ouvia a minha amiga falar sobre essas mudanças, o quanto era bom ver cada detalhe do corpo mudar, mas eu ainda não vi isso em mim. Ele sorrir de canto.

—Ainda falta muito para os nove, até lá verá a mudanças acontecer. Eu gosto da companhia dele, me trás paz, e até mesmo segurança.

O jantar chegou, começamos a comer, entre uma garfada e outras, nós falávamos de assuntos aleatórios, meu bebê não foi o centro das atenções a noite toda, aquilo me deixava leve.

(Léo)

—Podemos ir?

Prrgunto para a loira que estou esperando a duas horas, fui na casa da Lília para falar com ela, mais só estava sua amiga, então resolvi aproveitar o resto da noite, vou levar uma conhecida para jantar e depois eu vou comer a sobremesa, entre eu e a Lília não vai rolar mais nada, ela vai criar nosso filho, eu vou assumir a criança, passar os fins de semana e pronto, aquela conversa toda que tive com o Cris não mudou muita coisa, ainda sou o mesmo cara fudido, eu não posso simplesmente educar uma criança, a forma como minha mãe me educou, me fez virar a pessoa que sou

que sim bebê. Ela sai andando na minha frente, observo sua bunda redondinha, claro que tem silicone, apenas uma mulher que já peguei que não se importa muito com isso, por que já tem o corpo perfeito, que é mãe do meu filho.

a mão em meu membro quando estamos dentro do carro a caminho do restaurante, mas não sinto nada

Chegamos ao restaurante, desço do carro e vou caminhando para dentro, olho para trás e a loira fala várias coisas ainda dentro do carro, fico esperando ela descer, parece que ela não gostou muito.

ter aberto pelo menos a porta do carro para

—Está com problema nas mãos por um acaso?

—Não, elas estão bem. Ela me mostra as mãos.

—Vamos logo. Adentramos o restaurante, vou até a recepcionista e falo meu nome, ela nos guia até uma mesa, alguns casais estão jantando, olho para uma mulher de vestido branco e flores vermelhas, ela me parece familiar, a mesa fica próximo a

—Sua mesa. A gerente fala.

Meus olhos não sai da mesa do casal, por uma fração de segundos ela olha para mim, aqueles olhos, não tem como não conhecer, assim que ela me ver vira o rosto olhando para o homem a sua frente, um ódio inexplicável toma conta de mim, que é aquele indivíduo?

a falar coisa aleatórios, não estou com tempo para ouvir suas asneiras, quero ver o que eles conversa, se eles

desgraçado segurou a mão dela, e está levando a mão até o rosto dela, que porra é aquela, ele está tocando na mãe do meu filho. Levanto com raiva e caminho a passos largos até os

—Que palhaçada é essa aqui?

com muito ódio

—Amor você conhece esse cara?

homem pergunta a ela, Lília olha para mim de cima a baixo, faz cara de nojo e depois olha para

não amor, ele deve está me confundido com alguém. Fico olhando para ela, o que ela pensa que

dar uma de louca, eu sou o pai da criança que está esperando, ou ele não sabe

Pergunto com raiva.

história é essa Lília, você conhece esse

Já estou ficando cansado dessa brincadeira.

levar você para casa, eu já entendi o seu joguinho. Seguro no braço dela, fazendo a