Fórmula do Amor capítulo 25

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Deixo o Tay na escola e vou para casa do Cris, falta pouco mais de três semanas para nós concluir as sessão. Paro o carro na frente da sua casa, respiro fundo e desço. Caminho devagar até a porta, toco a campanhia e dessa vez não é a Lúcia que abre, e sim a mesma mulher da outra vez.

—Bom dia. Ela fala com um enorme sorriso no rosto.

—Pelo visto o seu foi ótimo. Falo entrando na casa, ela está usando uma blusa como vestido, suas pernas estão bem expostas.

—Cris está tomando café, daqui a pouco ele vem, pode sentar. Ela fala e senta em um dos sofá.

Sento no outro sofá bem longe dela, a mesma me olha de cima a baixo, fico um pouco desconfortável com isso.

—Você é bem bonitinha. Ela fala

—Obrigada. Falo com desdém.

—Tem razão dele está tão apai...

—Bom dia Mia, Carol podemos conversar?

Fiquei intrigada com o que ela ia falar, ele está tão? Tão o que? Fico um tempo esperando, até que ela sai do quarto usando a própria roupa.

—Tchau Mia. Ela fala arrumando a bolsa no ombro.

—Tchau. Falo olhando ela sair.

—Podemos começar, tenho compromisso mais tarde. Ele fala aparecendo na porta.

—Sim, na academia?

Ele está mais sério que o normal, talvez seja por causa do que a menina ia me falar.

—Não, no meu quarto. Começo a caminha para a biblioteca. —Lá encima. Ele fala apontando para o andar de cima.

Cristian começa a subir as escadas, ele já está começando a andar normalmente, eu fico feliz em ver que o meu trabalho está fazendo efeito, e que ele já está voltando ao normal. Cris abre a porta do quarto, e é enorme, bem amplo, as janelas de vidro sai ainda maior do que as da biblioteca, assim como lá embaixo, aqui no quarto também tem uma varanda.

—O que ela falou para você?

Ele pergunta indo abrir as cortinas.

—Nada.

—Há para né Mia, eu sei que ela falou alguma coisa para você. Ele olha para mim serio, e puta merda, ele fica ainda mais lindo sério.

—Podemos começar logo?

Meu celular começa a tocar.

—Alô.

—Senhorita Benette, aqui é da escola, tivemos um problema com o Taylor.

—O que aconteceu com meu filho, ele está bem, eu quero falar com ele.

—Calma senhorita, ele está bem, só preciso que venha assinar uns papéis aqui, ele entrou em uma briga.

—Como assim meu filho entrou em uma briga?

A essa altura eu já estou andando de um lado para o outro, minhas mãos começa a tremer.

—Ele está bem, só preciso que venha aqui, ele levou uma suspensão.

Desligo o celular e olho para Cris que me olha confuso.

—Eu preciso ir na escola, meu filho se meteu em uma briga.

—Eu levo você, está com as mãos trêmulas. Ele fala apontando para minha mão.

—Não precisa, eu estou bem. Falo tentando controlar minhas mãos.

—Eu faço questão, eu levo você e depois você decide se quer voltar para cá ou ir para sua casa com ele. Ele fala pegando a carteira que estava encima da mesinha de cabeceira.

—Tudo bem, acho que é melhor mesmo.

Desço as escadas rapidamente, Cris vem logo atrás, saímos de sua casa, vamos no meu carro. Explico para ele onde fica a escola, Cris segue para lá.

Assim que ele para o carro eu desço e já entro na escola.

—Onde está meu filho?

—Calma senhorita Benette, ele está bem, já foi na enfermaria, só teve um arranhão.

—Cadê ele, onde ele está?

—Na sala da diretora. Cris entra comigo.

Meu filho está sentado ao lado da Ana e outro menino, ele está com um curativo por cima da sobrancelha.

—O que está acontecendo?

Olho para o dono da voz e é o Ricardo.

—Onde está minha filha, o que você está fazendo aqui?

Ricardo olha para mim, para a filha e para o Cristian que estão bem próximo a mim.

—Podem se sentar por favor?

A diretora pergunta apontando para as cadeiras.

—O que esse marginal fez com o meu filho?

Uma mulher pergunta entrando na sala.

—Você está chamando quem de marginal?

Pergunto olhando para ela.

—Quem é você?

Ela pergunta com raiva.

—Eu que pergunto quem é você e quem você está chamando de marginal. Estou ficando cada vez com mais

—Você não educa seu filho, então a única coisa que ele pode ser é um marginal. Não penso duas vezes e avanço encima dela, puxo seus cabelos, ela grita e tenta puxar o meu também.

—Mia, para com isso.

Sinto sua unha passar em meu rosto, puxo seu cabelo ainda mais forte.

Alguém me puxa me tirando de perto dela, esperneio mais não consigo me soltar.

—Mia você vai ser presa. Olho para a mulher que está toda descabelada, Ricardo está segurando ela.

—Me solta. Grito com raiva.

—Fica calma. A voz do Cris ecoa em minha cabeça.

—Nunca mais se refira ao meu filho como marginal sua vaca despeitada. Falo arrumando minha roupa.

Cris me solta.

—Era melhor eu ter resolvido sozinha. A diretora fala sentando.

—Essa mulher é uma louca, ela avançou em mim, eu vou te processar sua louca. A mulher grita apontando para mim.

—Calem a boca. A diretora grita batendo

Matilde, eu não pago uma fortuna todo mês, para chegar aqui, meu filho está com um curativo na teste e ainda ouvir desaforo dessa mulher, o que aconteceu com meu filho?

Estou ofegante, nunca imaginei que entraria em uma briga, mas quando ela falou isso do meu filho eu não aguentei.

—Ana, pode por favor falar o que aconteceu?

estava fazendo a prova, aí ele começou a puxar meu cabelo. Ela aponta para o menino que está com a cabeça baixa. —Eu pedi para ele parar, mais ele não parou, aí eu falei para a professora assim como o senhor mandou papai. Ela olha para o pai que não está com a cara nada boa. — A professora falou com ele, mais ele não parou, aí ele puxou com mais força e eu chorei, o Taylor foi falar com ele, aí quando o Taylor chegou perto dele, Bruno empurrou Taylor, que caiu e quando levantou ele deu um soco no Bruno, aí o Bruno empurrou o Taylor que caiu e bateu a cabeca na cadeira e cortou o

Ana está prestes a chorar.

essa professora que não viu esse menino mexendo no cabelo da minha filha?

pergunta para a diretora que está

é mentira, meu filho não faria isso não

mulher pergunta para o menino que se mantém calado e com a

não é de mentir, quanto ao processo se eu fosse a senhora ficava bem calada para não se

como pessoas civilizadas, o Bruno levará uma suspensão de cinco dias, o Taylor e a Ana de dois dias. A

estava quietos e vai levar suspensão de dois dias, e esses dois dias será descontado da mensalidade então, não

pondo as duas mãos na

assim que funciona senhorita Benette. Ela

é assim que funciona? Como assim, na hora de suspender nossos filhos é muito fácil, e na hora de cobrar as mensalidades e outras taxas também não é mesmo, vamos fazer assim, meu filho ficará suspenso esses dois dias enquanto eu procuro uma escola melhor. Falo e olho para o Taylor que ne olha assustado. —Vamos Taylor. Saio da sala aos protestos

minha as palavras dela. Ricardo sai logo em seguida com a Ana segurando sua

o carro Taylor. Cris está ao

se aproxima de mim e me da um beijo, fico sem graça, Cris olha para

que vocês dois se conhecia. Ele fala olhando para

fisioterapeuta dele, eu te falei sobre ele.

me falou que era esse Cris. Percebo ironia em sua

que eu perguntei sobre um ou uma fisioterapeuta e você disse que não conhecia ninguém. Cristian fala olhando sério para

hora eu não me lembrei dela. Ricardo se justifica olhando sério

bem o por que. Cris fala olhando

—O que quer dizer com isso?

pergunta se aproximando do Cristian que se mantém do