Fórmula do Amor capítulo 36

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(Horas mais cedo)

Cris me deixa no meu carro e eu vou para o supermercado, abro o vidro do carro por que está muito quente, ficou embaixo do sol até as dez da manhã, no rio de Janeiro não tem como está frio.

Percebo que tem um carro branco atrás de mim, na rua que eu viro, ele vira também, faço de contas que não estou vendo e entro no estacionamento do supermercado, estacionou o carro em uma das vagas e desço do mesmo, travo e adentro o local, está bem movimentado, pego uma cesta e vou até as prateleiras que vou pegar os ingredientes, pego frutas e entro em uma parte onde fica só frios. Sinto que tem alguém olhando para mim, faço de contas que não tem ninguém, pego as coisas que quero e começo a andar rumo ao caixa, mais antes que eu chegue no caixa me escondo atrás de outra prateleira, a mulher loira de cabelos curtos passa e olha para os lados me procurando, me aproximo dela que se assusta ao me ver lhe encarando.

—Posso saber o que você quer andando atrás de mim?

Pergunto e ela sorrir em deboche.

—Só queria ver o por que tipo eu fui trocada. Ela fala e me ligo na hora, é a ex do Cristian.

—Com certeza um tipo bem melhor que você. Falo e ela fica vermelha, e posso garantir que não foi de vergonha.

—Você sabe com quem está falando?

Pergunta se esticando.

—E você? Sabe com quem está falando?

Faço cara de deboche.

—Com certeza era alguma fã dele, isso é típico de homem galinha, cuidado viu, logo ele enjoa e joga fora. Ela tenta me atingir.

—Então você com certeza era uma fã né, por que ele te jogou rápido demais. Alfineto.

—Ele nunca vai gostar de você, ele sempre vai me amar. Ela está com muita raiva, isso é bem visível.

—Não foi isso que pareceu, quando nós dois estávamos fazendo amor, na cama dele hoje cedo, acho que ele esqueceu você mais rápido do que o esperado. Falo me aproximando dela, eu não tenho medo de quem o pai dela é, eu não tenho medo dos inimigos que o Cris tem, eu não tenho medo de fã maluca, isso não me abala, se a pessoa em questão for alguém que eu goste.

—Você se acha muito não é, só esquece que pode ser encontrada em qualquer lugar com a boca cheia de formiga. Sorrio sarcástica.

—Está me ameaçando?

Pergunto olhando para ela.

—Não, estou só avisando, ele é meu e você não ficará com ele por muito tempo, por que ele sempre volta. Ela sai do meu campo de visão, passo as coisas que pegue na força do ódio, quem essa loira de salão acha que é para me ameaçar.

Pago as contas e saio do supermercado, procuro a chave do carro na bolsa enquanto ando, estava começando a atravessar para onde estava meu carro quando escuto o som de um carro vindo em minha direção, sem pensar duas vezes me jogo para traz o que me faz sair. O carro para e a pessoa abre a janela.

—Da próxima pode não ter a mesma sorte. Ela fala e arranca com o carro.

—Louca. Grito

—Você está bem, se machucou?

O gerente pergunta me ajudando a levantar.

—Eu estou bem, obrigada. Falo limpando minha roupa.

—Está sangrando. Olho para meu braço que

foi nada, eu estou bem. Ponho a não no sangramento.

lavar você aqui no pronto socorro, só para limpar. Ele fala e penso em como o Cris vai ficar se eu chegar assim na minha casa.

—Tudo bem. Ele me leva até um hospital próximo ao supermercado.

meu celular para ligar pra Lili, não quero que ela fique preocupada por causa da minha demora.

—Oi Mia.

Lili, eu cai e machuque o cotovelo, eu vim fazer um curativo e daqui a pouco eu chego tá.

—Como assim, como isso aconteceu?

—Eu cai Lília, daqui a pouco eu

Tento explicar para ela que estou bem e peço que ela não fale nada para o Cris, quando eu chegar nós conversa.

enfermeira limpa o lugar que cortou, e coloca um curativo, agradeço e saio da sala.

—Obrigada por ter me trazido. Falo para o gerente que está sentado me esperando.

—Não tem de que, vamos?

com a cabeça e

que colocassem as coisas lá dentro, vou pegar para você. Ele volta para dentro do supermercado e pega minhas sacolas, abro o porta malas do carro e ele coloca as sacolas, agradeço mais uma vez e vou

fiquei pensando nas coisas que ela me falou, eu não vou desistir do Cris por causa disso, se ele não me quiser tudo bem, ou se por acaso nós dois não dar certo, caso ao contrário eu não

carro de frente a minha casa e respiro fundo, eu sei que a Lília já falou para o Cris, e nesse momento ele deve está ficando impaciente lá

(...)

—Eu já vou. Cris fala levantando.

que iria dormir comigo. Falo e ele me

quer que eu durma, e

acho engraçado a forma como ele se preocupa com

vai achar estranho, mais ele vai se acostumar.

nossa conversa, nós iríamos esperar, mais depois do que aconteceu hoje, acho que não tenho motivos para isso, a não ser que ele não queira assumir nosso relacionamento para

eu ir embora, outro dia eu fico. Ele fala sem me olhar nós