Thiago sorriu e se preparou para voltar ao quarto, mas recebeu uma ligação da tia. — Alô, já sentiu minha falta?
— Então talvez você ainda precise de dois dias para me ver. Eu ainda vou passear com a nossa princesa Aimée por mais dois dias.
Márcia: — Passem mais alguns dias antes de voltar. De preferência, deixem para depois de sexta-feira.
Thiago sentiu que havia algo errado. — O que foi?
— Sua prima vai voltar ao país. A passagem é para quinta-feira e ela não quer que a Aimée volte com ela. Enfim, essa é a missão para você.
— A prima esconder isso da Aimée não é legal, né?
— Não se preocupe com isso por enquanto. Enfim, não deixe a Aimée descobrir.
Thiago desligou o telefone, pensativo.
No dia seguinte.
Jonas sentia uma dor de cabeça terrível.
Ele esticou a mão para tocar o lado da cama. Ninguém.
Com a mente confusa, ele não percebeu onde estava e gritou: — Querida, me sirva um copo de água.
No segundo seguinte após gritar, Jonas abriu os olhos.
Tudo o que viu despertou sua memória.
Ele se sentou e foi direto procurar o celular.
Aimée com certeza tinha procurado por ele!
Mas...
O celular sumiu.
Na mesa, havia um celular novo.
Jonas franziu a testa e lembrou da noite passada.
Parecia que ele tinha jogado o celular no copo.
Logo, Breno bateu na porta e entrou.
Jonas olhou para ele. — Que dia é hoje?
— O segundo dia.
Jonas: ...
Por que o tempo parecia tão difícil de passar?
Ele sentou no sofá mexendo no celular novo. Assim que colocou o chip, Vico ligou.
— Caramba, finalmente consegui te ligar!
Vico reclamou, achando que ele tinha sofrido um acidente.
Ele já estava no aeroporto, pronto para ir ver o que tinha acontecido.
Naquele momento, a bela paisagem não deixava desviar os olhos.
Aimée não pôde deixar de pegar o celular e tirar uma foto. Depois, levantou a coberta ansiosa e foi descalça até a varanda, recebendo a brisa e sentindo o calor do sol.
Naquele momento, todos os desgostos pareciam ter se dissipado.
Qualquer sofrimento no mundo parecia ter sido curado.
O tio sabia mesmo como aproveitar.
Ontem eles foram saltar de paraquedas e já era bem tarde.
Mas Thiago insistiu em dirigir até ali para fazer o check-in.
Na hora de dar entrada, já estava escuro e não dava para sentir o quanto a vista era bonita.
Mas a paisagem daquele momento a fez sentir que a viagem de mais de uma hora de ontem tinha valido a pena.
Havia uma mensagem do tio no celular, perguntando se ela já tinha acordado e dizendo que podiam pedir para a equipe levar o café da manhã no quarto.
Ele também perguntou onde ela queria ir hoje.
Mas Aimée só queria ficar no hotel, deitada o dia todo.
Ela sentou preguiçosa na espreguiçadeira para tomar sol e à tarde fez um spa. Somente ao entardecer ela combinou de jantar com o tio no restaurante do hotel.
Maio era o fim do outono na Nova Zelândia, a temperatura era bem baixa ali, especialmente com a diferença de temperatura de manhã e à noite.

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