No carro, Alana avisou Henrique também, pedindo-lhe que fosse até lá o mais rápido possível, se pudesse.
Mas Henrique estava em um evento social e muito longe.
No final, Alana nem se importou com nada, apenas chamou a polícia e pediu para que fossem até lá primeiro.
Depois disso, ao olhar para a babá continuando a maltratar e ofender a Pequena Maya através da câmera de segurança, até o motorista sentiu pena do choro e acelerou.
Enquanto isso, Alana fez várias ligações, mas a babá não atendeu.
Eram vinte minutos de carro da Mansão das Águas até o lugar onde a Pequena Maya estava.
Por fim, a babá se cansou de toda aquela perturbação e jogou a Pequena Maya no sofá, colocou os fones de ouvido, trancou a porta e foi dormir.
Ela deixou a Pequena Maya, uma bebêzinha que não entendia de nada, no sofá, chorando de medo e pavor.
Ao ouvir aqueles choros agonizantes, o coração de Alana estava prestes a se despedaçar!
As lágrimas dela não pararam de cair em momento algum.
— Bebê, espere mais um pouco, a mamãe já vai chegar!
No entanto, o carro quebrou na metade do caminho, bem na direção de um parque de diversões infantil. Alana saiu correndo e tentou parar um carro na rua.
Ela se virou e viu um carro familiar estacionado ali perto.
Era o carro de Arthur.
Ela nem se importou se o segredo da Pequena Maya seria exposto e correu em direção ao veículo, querendo pedir para Arthur lhe dar uma carona.
Havia muito trânsito no meio da estrada, e Alana se arriscou ao atravessar direto.
Justo naquele momento, ela viu Arthur saindo, com uma criança no colo, prestes a entrar apressadamente no carro!
Isabella trotava logo atrás.
— Arthur! Espere! — Alana correu desesperada na direção dele e agarrou-lhe o pulso.
Ao levantar o olhar, Alana viu que os olhos frios de Arthur recaíam sobre ela.

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