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Meu CEO Dominador romance Capítulo 30

Lucca

Luiza mal havia entrado na minha vida e já sentia a presença dela pela cobertura a todo o momento. O cheiro de morango da sua pele macia, o perfume doce e suave está espalhado pelo ar do ambiente.

Passei o resto do sábado resolvendo o contrato com a empresa de games do Brasil, de noite pedi comida, assisti um jogo e no domingo fui passar o dia com minha família, mas sempre em contato com Luíza pelo aplicativo de mensagens.

—Cheguei família! — Falo passando pela porta já vendo todos na sala de estar.

—Amore mio! Pensei que não iria vir, já estava quase indo te buscar pelas orelhas!

—Nem estava fazendo falta Mamma! — Diz o idiota do Vicenzo. Papai e Elisa riem e mamãe chama atenção dele.

—Não me faça torcer suas orelhas Vicenzo Bianchi, aiaiai! — Meu pai a essa altura já está filmando toda situação, ele adora fazer isso. Minha família podia ser normal não podia? Mas gosto que ela seja assim.

—Você me ama Frattelo — falo dando um tapa na nunca de Vince.

—Seu sonho pirralho! No máximo, eu te aturo porque é meu irmão mais novo. Todo mundo sabe que o irmão do meio, é o mais sequelado e menos amado pelos pais — a risada que minha irmã solta é tão alta, que ecoa pela casa inteira.

—Vittorio, olha seus filhos! — Papá levanta as mãos em rendição e diz:

—Amore, não sei se sabe, mas a produção foi em conjunto! — Agora sou eu quem gargalho alto, junto com meu irmão.

—Não me teste Vittorio Bianchi ou você fica sem seu "brinquedinho" a semana inteira! — Meu pai arregala os olhos que por um momento chego a achar que pode pular da sua face.

—Pois não Sr. Bianchi! — Ela entra na minha sala já falando. Antes eu amava quando ela me chamava de Senhor, mas agora estou começando a me irritar, porque parece que não existe porra nenhuma entre nós. Nos nossos jogos? Tudo bem ela me chamar assim, eu vou adorar ouvir. Isso só indica mais uma vez que ela é diferente, porque para um Dominador, ser chamado de Senhor, Dom ou Mestre é algo quase que indispensável. É sinal de respeito, disciplina e servidão. Respiro fundo buscando paciência.

—Vamos ter que viajar para o Brasil, teremos que nos reunir com o CEO da empresa de games, que aparentemente está querendo fazer algum joguinho conosco. Você receberá no seu e-mail o cronograma deles — ela me olha atenta anotando tudo que precisa — Na sexta-feira pegamos o Jatinho no final da tarde e retornaremos a Nova York na segunda nos primeiros minutos do dia. Segunda e terça não precisaremos vir para a empresa, então qualquer coisa que for preciso resolveremos de casa mesmo, mas creio que não vá ser necessária, o meu irmão vai estar à frente de tudo. Faça as reservas do hotel e se organize para que tudo esteja em ordem na sexta — falo logo tudo de uma vez.

—Nossa.... Faz tanto tempo que não vou no Brasil — sinto certa melancolia em sua voz e até um ar triste que logo some dando lugar ao profissionalismo que eu tanto admiro, mas que nesse momento por exemplo, está me tirando do sério — Eeerr, tudo bem Sr.! Tudo estará organizado até lá. Mais alguma coisa?

—Sim LUÍZA! — Dou ênfase no seu nome pra ver se ela percebe que me incomoda — o expedientes já foi encerrado, acho que não é necessário tanta formalidade. Só estamos nós dois aqui.

—Desculpe por isso, eu... Em breve isso vai mudar Lucca, te dou minha palavra! — Ela fala parecendo um pouco envergonhada e ao mesmo tempo nervosa. Sei que é difícil para ela, mas caralho.... Não vejo mal nenhum em nos tratarmos pelo primeiro nome.

—Tudo bem Ragazza! Agora vem aqui vem... — estava maluco para agarrar sua cintura fina e chupar sua línguadeliciosa então é exatamente isso que eu faço

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