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Mulher Estéril e Seus Sêxtuplos romance Capítulo 2

Amy foi a uma das maiores boates de luxo e ficou lá até o anoitecer, momento em que o lugar estava mais movimentado. Havia duas garrafas de bebida diante dela, e ela estava se remoendo de tristeza. Nos últimos três anos de casamento, a mulher foi completamente fiel àquele desgraçado, e nem mesmo dava aos outros homens a chance de flertar com ela, tal que jamais considerou a possibilidade de traí-lo. Ela confiava tanto nele, mas ele deixou o coração dela em pedaços como se fosse a coisa mais fácil do mundo.

Quanto mais ela bebia, mais esperava esquecer a tristeza. Porém, o álcool não parecia estar ajudando, pois a mulher não parava de imaginar Joan e Callan pelados.

Ela se levantou de repente, furiosa, e olhou em volta para as pessoas dançando na boate. Em seguida, pensou em escolher um gigolô aleatório, com quem ela pudesse passar a noite. Afinal, agora estava divorciada e solteira de novo.

Amy viu um homem alto entrando em uma sala particular e entrou atrás dele de imediato, antes que ele pudesse fechar a porta.

Ela se jogou sobre o homem no mesmo instante, e usou a mão esquerda para fechar a porta atrás deles. Logo em seguida, começou a beijá-lo, e não demorou até que ele começasse a retribuir.

Os dois ficaram cada vez mais animados, e ela logo tirou as roupas e o ajudou a tirar as dele também. Em um piscar de olhos, a mulher estava debaixo do homem na cama, gemendo alto enquanto ele a penetrava com força.

Foi um momento prazeroso e exaustivo para os dois, pois durou meia hora. Quando ambos estavam satisfeitos, eles afundaram na cama e dormiram.

Amy acordou algumas horas depois e viu o homem dormindo no quarto escuro. Nenhum dos dois acendeu as luzes quando ela entrou e começou a beijá-lo algumas horas atrás.

"Esse gigolô foi maravilhoso", murmurou Amy, pegando algumas notas de dinheiro da bolsa e colocando-as na mão do homem. Embora ele estivesse dormindo, ela não deixaria de pagá-lo.

Em seguida, a mulher saiu com cuidado do quarto, para não acordar o homem.

Amy foi embora de North Hill e pegou um trem para uma pequena cidade, onde pretendia levar uma vida simples. Continuar morando em North Hill só a deixaria mais traumatizada. Talvez fosse impossível evitar Callan, visto que ele era um homem muito poderoso. Além disso, já que ela se atreveu a se divorciar dele, era possível que ele tentasse arruiná-la, então era melhor que ela se mudasse e começasse uma nova vida.

Amy ficou desconfiada quando, algumas semanas depois daquela noitada, começou a ter enjoos matinais. Sempre que pensava que isso talvez fosse um sinal de gravidez, ela se lembrava de que esteve com Callan por três anos e nunca engravidou. Ela era estéril e, como o homem disse, estava fadada a não ter filhos. Embora quisesse ter um filho e desejasse saber como era ser uma mãe, parecia que a mulher não tinha sido abençoada com essa capacidade.

Ela recebeu o maior choque da vida dela quando visitou o hospital e ficou sabendo que estava grávida fazia três semanas. Como isso era possível? Amy estava muito feliz e, com o passar dos meses, a barriga dela começou a ficar maior do que o normal. Ela ficou preocupada e se perguntou se havia um bebê humano dentro dela, pois a barriga estava grande demais.

Nove meses depois, Amy foi ter o parto no hospital. Foi estressante, e ela sentia que havia uma coisa atrás da outra saindo dela. Nesse momento, a mulher ainda duvidava que fosse um bebê.

Ela fechou os olhos e rezou para que fosse uma criança, e então, quando os abriu alguns segundos depois, viu dois médicos e quatro enfermeiras em volta dela no quarto, cada um deles sorrindo e segurando um bebê recém-nascido.

Ela piscou, incrédula, e, apesar de saber que era uma pergunta idiota, disse: "Me desculpem, mas esses bebês são meus?"

"Sim", responderam todos que estavam no quarto. Amy não acreditou no que estava ouvindo e pensou que poderia estar sonhando. Como era possível que uma mulher estéril como ela tivesse tantos filhos?

Em seguida, ela contou: "um, dois, três, quatro cinco..." A mulher ficou em silêncio por um instante, esfregou o rosto e terminou. "Seis."

"Seis bebês?", perguntou ela.

"Sim, parabéns!" Todos na sala a parabenizaram. Amy começou a chorar de alegria, e colocou as duas mãos no rosto.

Ela estava muito feliz e agradeceu aos céus por ter sido tão abençoada. Renovada pelas boas notícias, a mulher sentou-se na cama e pediu: "Posso segurar eles?" Os médicos e enfermeiros lhe deram um bebê por vez. Ela ficou tão feliz em ver aqueles bebês fofos, e deu um beijo na testa de cada um.

Fazia poucos meses que ela havia passado pelo pior dia da vida dela, mas esse era o melhor dia de todos.

Seis anos depois, Amy estava sentada em um longo banquinho de madeira e chamou: "Elijah! Moses! Elisha!"

Três garotos fofos vieram rápido até ela, com sorrisos radiantes no rosto. Apesar de estarem usando roupas baratas, eram incrivelmente bonitos, além de serem idênticos.

Amy sorriu. "Com vocês do meu lado, acha que alguém vai conseguir me machucar?"

Elijah arregaçou a manga e mostrou os músculos. Depois, declarou: "É isso aí. Olha como eu sou forte! Quem tentar machucar a mamãe vai levar um soco na fuça".

"Sim, a gente vai pra North Hill e não vamos deixar ninguém maltratar a mamãe." Elisha se levantou e ergueu os punhos. "Eu sou tão forte. Quem quiser machucar a mamãe vai ter que passar por mim primeiro!"

"Sim. os nossos nomes não são Elijah, Elisha e Moses porque a mamãe sabia que a gente seria muito forte? Mãe, não se preocupa, a gente vai sempre ficar do seu lado. Aquelas pessoas ruins não vão ter coragem nem de chegar perto", acrescentou Moses.

As três garotas ficaram observando e apenas assentiram. Ainda que fossem da mesma idade que os meninos, não tinham a mesma força física que eles, mas se sentiam protegidas por eles. De fato, no vilarejo, ninguém se atrevia a machucar as três irmãs porque sabiam o quanto os irmãos delas eram protetores.

“Sim, eu confio no Elijah, no Moses e no Elisha. Eles não vão deixar ninguém machucar a gente”, disse Queen. Debby não falava muito, mas estava confiante de que eles poderiam voltar para North Hill e que ninguém seria capaz de machucá-los.

Amy estava feliz com a demonstração de força dos filhinhos.

"Mãe, a gente vai ver o papai também, né?" perguntou Elisha.

As crianças esperaram com atenção a resposta de Amy. Uma vez, a mulher lhes disse que o pai deles estava em North Hill, mas ela não conseguiria encontrá-lo e reconhecê-lo, considerando que já haviam se passado seis anos e a cidade era grande. Amy duvidava que conseguiria encontrar o pai deles de novo, ainda mais porque ele era só um gigolô .

Entretanto, ela não queria que os filhos achassem que nunca conheceriam o pai, então respondeu: "Sim".

As crianças pularam de alegria e comemoraram. No dia seguinte, elas estavam mais dispostas a ir para North Hill, agora que tinham esperanças de encontrar o pai que sempre quiseram conhecer.

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