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Nem Morta Serei Sua romance Capítulo 188

Gaspar levou Genebra de volta para o Solavento.

Durante o trajeto, ele não disse uma palavra, mantendo o olhar fixo na janela.

Genebra fez o mesmo, olhando para o lado oposto. De costas um para o outro, pareciam um casal cujo casamento havia chegado ao fim.

O carro entrou no Mirante do Vale. Genebra abriu a porta e desceu, sem sequer olhar para Gaspar.

Ao entrar na suíte principal, ela trancou a porta imediatamente.

A suíte principal era a mais confortável, e Genebra agora decidira que ficaria onde se sentisse melhor.

Se Gaspar gostasse ou não, ela não se importava nem um pouco.

À noite, na hora do jantar, Genebra desceu.

A mesa estava posta. Ela pegou uma tigela e começou a comer, ignorando a todos.

Gaspar e Jaime conversavam sobre trabalho na sala de estar.

Ao vê-la descer, Gaspar fez um leve gesto com a mão.

— Por hoje é só. Pode ir.

Jaime levantou-se e saiu. Gaspar caminhou até Genebra, puxou uma cadeira e sentou-se, servindo comida para ela com os talheres de serviço.

Genebra manteve os olhos baixos, o rosto frio. Ela pegou a comida que ele havia servido e a jogou diretamente sobre a mesa.

A mão de Gaspar parou no ar. Ele olhou atônito para Genebra, que nem sequer lhe dirigiu o olhar.

Genebra comeu rapidamente e saiu. Ela não foi longe, apenas caminhou pelo jardim.

Ficar no mesmo espaço que Gaspar era sufocante.

Gaspar não a seguiu.

Genebra deu apenas alguns passos quando viu Jaime. Parecia que ele estava esperando por ela propositalmente.

— Senhora, quero pedir desculpas. — Jaime aproximou-se, sincero. — Eu entendi mal as intenções do Sr. Teixeira e chamei a polícia para prendê-la. Mas o Sr. Teixeira foi realmente ferido gravemente por você. Naquela noite, emitiram dois avisos de estado crítico...

— O que isso tem a ver comigo? — Genebra o interrompeu friamente.

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