NO MORRO DA ROCINHA romance Capítulo 20

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Rd narrando

Eu andava de um lado para outro nervoso.

- Ela já deve ter aberto a boca – Fernanda fala.

- Se ela tem amor a vida dela, não – Jk fala.

Eu olho para eles.

- Onde você estava Fernanda? – eu pergunto para ela.

- Resolvendo umas coisas pessoais – ela fala e olha para lado – Cade PH?

- Por ai – eu falo.

- É isso mesmo que eu fui resolver – ela fala – vou mandar Julia para o mais longe possível desse lugar.

- Desse lugar que é a sua casa – eu falo para ela.

- Ela é minha filha, eu não quero ela envolvida com bandido – ela fala – não quero que ela tenha o mesmo destino que o meu ou de Malu.

- Tu tá ligada que Ph não é o que você acha que ele é né? – eu pergunto.

- Aham – ela fala.

Ph entra na sala.

- Nosso informante acabou de avisar que eles largaram Malu em um matagal – ele fala.

- Morta ou viva? – eu pergunto.

- Ainda não sabemos – Ph fala.

- Vamos para lá – eu falo.

- Você tá louco, isso pode ser perigoso – Fernanda fala.

- Vamos – eu falo pegando a minha arma.

Com o endereço em mãos, nos dirigimos até o local com alguns homens armados, eu desço do carro junto com Ph e Jk.

- Maria Luiza? – eu pergunto apontando a arma para todos.

- Vamos nos dividir – Jk fala.

Nos dividimos e começamos a procurar ela no meio do mato até que encontramos ela nua e desacordada jogada em um canto.

- Ela está viva ? – Ph pergunta.

- Parece que sim – eu falo – vamos levar ela para o posto no morro.

- Vai saber o que fizeram com ela – Jk fala – ela precisa ser levada para outro lugar, para um hospital.

- E descobrirem que ela está viva? Eles a jogaram aqui para morrer – eu falo – ninguém ia saber onde ela estava, ninguém sabia que ela estava naquela penitenciaria. Iriam colocar a culpa em nós pela sua morte.

Eu pego ela no carro e coloco ela no banco de trás do carro, levamos ela para o psoto do morro e eles correm com ela para dentro.

- Ph – eu chamo

- Oi – ele fala.

- Tenta descobrir com nosso informante como foi a conversa dela com eles – eu falo – se ela abriu a boca.

- Você acha que no estado que ela está, ela abriu a boca para falar algo? – ele pergunta.

- Não sei – eu falo pensativo – vai saber se tudo isso não é um plano

- Você acha que ela ajudaria eles em algo? – Ph pergunta – ela morre de medo de Perigo, não iria brincar com a vida dela dessa forma.

- Por isso mesmo, ela morre de medo do Perigo, qualquer pessoa que estenda a mão e ofereça ajuda a ela, ela pode abrir a boca e acreditar – eu falo.

- Não acho que ela aceitaria voltar para cá – Ph fala – ela já deixou bem claro o quanto quer fugir.

- Pode ser – eu falo – mas a gente não sabe o que esses policiais querem e como estão jogando.

- eu vou ligar e ver se ele sabe de algo – Ph fala.

Eu tinha motivo para desconfiar dela dessa forma, pode ser que realmente ela não tenha falado nada e que eles tenha a jogado lá apenas para matar, mas não poderia descartar que ela poderia ser uma x9, Malu deveria está me odiando, odiando Perigo, odiando esse morro e a todos, então ela pode muito bem agir sem pensar e aceitar ajudar aqueles vermes filho da puta.

- Ela está acordada – a médica fala.

- Como ela está? – eu pergunto.

- Falando, conversando, consciente – ela fala – eles deram uma dose alta de boa noite cinderela nela, mas se não tivesse trazido ela rápido para o atendimento, ela poderia ter tido sequelas gravíssimas por causa da quantidade usada.

- Eles deram isso para matar ou não? – eu pergunto.

- Poderia levar a morte – ela fala – se ela não tivesse atendimento, você disse que ela estava em um matagal, então conserteza ninguém a encontraria tão rápido.

- Vou ver ela – eu falo.

- Fique a vontade – ela fala.

Eu ando até o quarto e encontro Malu sentada na cama, ela me encara.

- Como eu vim parar aqui? – ela pergunta.

- Os policiais te descartaram em um matagal – eu falo – para morrer.

- Policiais? Matagal? – eu pergunto – do que você está falando.

- Deixa de ser tonta Malu – eu falo para ela – os policiais entraram no quarto onde você estava com Perigo – ela me encara – Te levaram para onde?

Ela me encara pensativa e arqueando a sobrancelha para mim, ela começa a piscar várias vezes, respira fundo e solta a sua respiração.

- Eu não lembro muito bem – ela fala – eles me levaram para um sala, começaram a me ameaçar, dizendo que eu seria presa e que eles poderiam me matar se eu não falasse o que eles queriam ouvir.

- E você falou? – eu pergunto.

- Não – ela fala – você está louco? – ela pergunta – Perigo me acharia até no inferno, me desenterraria para me matar de novo. Eles me deram algo para beber, me obrigaram a beber e depois disso eu não lembro de mais nada.

- Tem certeza? – eu pergunto para ela – eu não sei confio em você Maria Luiza.

- Estou falando a verdade – ela fala.

- Perigo estava te batendo e ele iria te machucar muito, você não usaria essa chance para se livrar dele? – eu pergunto.

- Estou aqui – ela fala – eu não fiz nada , eu não falei nada . Estou a tantos anos ao lado dele, com ele me batendo, me humilhando, fazendo minha vida um inferno e nunca o denunciei, agora que estou com todos vocês de olho em mim, você acha que eu iria fazer isso?

Ela me encara e eu encaro ela.

Ph entra na sala e me chama de canto, eu me aproximo dele.

- Ela não falou nada – ele fala – eles nem contaram que pegaram ela lá, e por ela não contar nada, eles estão mantendo Perigo preso em outro lugar, como castigo.

Eu encaro ela e ela me encara e assinto com a cabeça para PH.

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