Henry ergueu o olhar, ajustando os punhos do paletó sob medida.
— Chiara, eu não esperava ver você hoje na empresa.
Chiara caminhou com passos leves, a personificação da elegância e, aparentemente, da espontaneidade. Ela exibiu um sorriso doce, pendendo levemente a cabeça para o lado.
— Ora, Henry... eu queria apenas fazer uma surpresa.
Respondeu ela, com um tom de voz que beirava a inocência angelical.
— Senti sua falta e decidi passar para ver como você estava.
Henry olhou para o relógio de pulso. Os ponteiros marcavam quase 11:03.
— Bom. É quase hora do almoço.
Comentou ele, colocando a pasta sobre a mesa.
— Você quer almoçar comigo?
— Eu adoraria!
Chiara exclamou, os olhos brilhando de satisfação.
— Mas, antes, pedi um café na copa. Não queria sair sem tomar uma xícara primeiro.
— Perfeito. Eu também preciso de uma pausa.
Henry não se importou, porque era Gioconda que servia café na sua sala. Ele levantou-se e indicou o confortável sofá de couro italiano no canto da sala. Assim que se acomodaram, Chiara cruzou as pernas, observando a expressão relaxada dele.
— E como foi a reunião?
Ela perguntou, demonstrando interesse nos negócios da família.
— A reunião com os sul-coreanos foi excelente.
Henry respondeu, recostando-se.
— Fechamos pontos cruciais para a expansão da Salvattore Technologies no continente asiático. Foi um avanço e tanto.
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Na Copa enquanto isso, o clima era de pura ansiedade para Zoe. Ela acabava de organizar a bandeja: duas xícaras de porcelana fina, o café fumegante liberando um aroma intenso, além do açúcar e do adoçante devidamente posicionados.

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