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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 111

Bryan

Meu telefone não parava de tocar, ligações de todos os lugares querendo saber se realmente mantinha uma relação com a garota. Henrique e Enzo também me ajudam a tirar o mais rápido do ar todas as fofocas sobre nós, mas o que eu não esperava aconteceu: o conselho já estava sabendo e pediu uma assembleia o mais rápido possível. Meu avô me ligou muito nervoso, querendo uma satisfação, já que nunca me envolvi com nenhuma mulher assim.

_ Filho, como pode deixar chegar nesse estado? Se livre dessa garota o mais rápido possível, ou já esqueceu o que havia me prometido?

Ele fala da promessa que fiz para ele, que, quando decidisse me casar, ele seria o primeiro a saber.

_ Vô, não se preocupe, já estou resolvendo tudo.

Digo, mas ele não me ouve. Ele estava muito bravo, e eu sabia muito bem o porquê.

_ Vô, prometo que não vou deixar esse assunto me prejudicar — digo.

_ Você não vê, Bryan? Já te prejudicou! Essa sua paixãozinha deve acabar. Você está me ouvindo?

— ele me ameaça, e sinto algo dentro de mim, algo apertar.

Não queria admitir que ela conseguiu mudar todos os meus planos, e agora eu tinha que lutar contra tudo isso.

Desligo o celular após nos despedirmos, e Enzo entra.

_ Descobrimos quem divulgou as fotos?

_ Diga logo quem foi o desgraçado que fez isso! — pergunto com ódio, já que, por culpa dele, minha vida virou de cabeça para baixo.

_ Foi uma mulher, senhor. A filha do senhor Guilherme, lembra dele? Gerente do hotel Bello Grande Palace, a senhora Gilda — Henrique fala, entrando com as provas.

_ Mas o que ela tem a ver comigo? Por que postaria fotos minhas com a Liz?

_ Porque o senhor acabou com a vida do pai dela. Bom, isso foi o que o senhor Kleber passou depois de interrogá-la. Ela já está lá no galpão.

Olho muito irritado. Mesmo com as fofocas fora do ar, ainda vão ficar nos perturbando, isso eu tinha certeza. Liz não poderá mais voltar para o hotel e também terei que evitar ser visto com ela.

_ Enzo, assuma isso. Torture ela, deixe passar fome, deixe implorar por perdão. Só assim. Depois, pode mandar ela sumir da cidade, ir para bem longe. Se ousar permanecer aqui, mate.

Enzo confirma com a cabeça, se despede e sai. Me sento na poltrona, exausto, mas o que estava me incomodando eram as palavras do meu avô: “se livre dessa garota o mais rápido possível”. Como podia me livrar dela? Como eu ia conseguir deixá-la ir?

_ Se sente bem, Bryan? — Henrique pergunta, me olhando preocupado.

_ Estou bem, obrigado Henrique. Pode ir descansar, eu também já vou.

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