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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 132

Liz

Bryan se aproxima de mim, juro que não consigo raciocinar. Ele assim tão perto, meus olhos estão nos dele, meu coração estava pulsando, me sentia tão vulnerável ali. Então ele me beija, nossos lábios se encostam, sinto ele forçar a entrada para encontrar a minha língua, enquanto sua mão desliza pela minha cintura, apertando e me provocando. Queria ele, queria que ele me tocasse em todo lugar, que rasgasse minhas roupas e me possuísse.

Ele me deixa sem ar, sem conseguir respirar com seus beijos. Sua mão desce procurando me tocar mais, então eu lembro que estava grávida. Estava gestante e isso poderia prejudicar. Empurro ele com toda minha força.

— O que foi? — ele pergunta, se afastando e olhando para mim, toda vermelha de vergonha por ter cedido.

— Não posso, estou naqueles dias — minto para ele, que me observa com atenção.

Mas logo se afasta, chateado, e espera descer.

Pega minhas coisas e sobe comigo, entrando em um elevador exclusivo, que dava para uma cobertura luxuosa. Entro e revela uma linda sala sofisticada, com sofás brancos e uma decoração impecável, tudo caro e moderno. Ele carrega minhas bagagens para o andar de cima e logo depois volta, indo ao barzinho de bebidas no canto da sala e se servindo de uma dose de uísque.

Caminho olhando e vendo ele concentrado em sua bebida. Ele estava estranho, bebendo uma dose atrás da outra.

— Você não deveria estar na Itália? Por que voltou? — pergunto, me aproximando do balcão.

Ele se vira olhando em meus olhos. Sua expressão séria, mas seus olhos me encaravam de um jeito estranho, como se quisesse saber algo...

— Já te falei, estava com saudades de você. — ele diz, virando mais um copo.

— Você vai ficar bêbado... — digo preocupada, vendo ele tão estranho.

— Não se preocupe, não sou tão fácil assim. — ele diz, olhando para o copo por alguns segundos. — Tem algo que queira falar, Liz?

Meu coração acelera quando ele diz isso, me sinto confusa. O que será que ele quer saber?

— Não... não tenho — digo, ainda ali olhando ele beber mais um drink.

— Kkk, tem certeza? Nada mesmo? — pergunta sério, contornando a borda do copo com os dedos.

— E você, por que não está com sua noiva? Como ela pode aceitar se casar com um homem só porque seus pais querem?

Ele ri, uma gargalhada que me assusta, depois caminha até perto de mim.

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