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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 165

Liz

Alguns dias se passaram, e retornamos direto para o Brasil. Amanhã seria a inauguração de mais uma loja do Mundo LiGi, e eu não podia perder por nada. Geovana estava em uma correria; a outra loja bombava como nunca, e mais agora que todos ficaram sabendo que era uma loja da herdeira Pontal. Esse nome conseguia colocar a mídia atrás de entrevistas, empresários querendo comprar uma franquia da loja para abrir em outras cidades. Nunca imaginei que poderia fazer tanto sucesso assim, e me descobri com isso tudo. Descobri que gostava disso, dessa loucura de abrir uma loja, de saber que minha ideia, algo que criei e que dei um nome, virou essa febre, a ponto de começarmos a produção dos nossos próprios produtos com a nossa marca.

Toc... toc... toc...

Alguém b**e à porta.

— Pode entrar.

— Bom dia, senhora. Não queria acordá-la, sei que a viagem deve ter sido muito cansativa, mas antes de o senhor sair, ele me pediu para não deixá-la perder o café.

Eliza diz, sorrindo ao me ver depois de muito tempo.

— Bom dia, Eliza! Você nunca incomoda. Já estava levantando — digo, me levantando e caminhando até ela.

— Senhora, como continua linda grávida — ela diz, me olhando.

Caminho até ela e a abraço com muito carinho.

— Como senti sua falta. Queria tanto a senhora lá em meu casamento. Que pena que foi tudo tão rápido. E o Bryan falou que a senhora está ruim, né? — digo emocionada, e ela enche os olhos de lágrimas.

— Obrigada, senhora, pela consideração. Desde o dia em que a vi, soube que seria como uma filha para mim. Agradeço muito e estou tão feliz por vocês.

— Eliza, me chame de Liz. Já a tenho como parte da minha família.

Ela se emociona e chora.

— É que você agora é a neta dos Pontal. Não sabia como chamá-la.

— Kkk, Eliza, é só um título, mas continuo a mesma Liz de sempre — digo, e ela balança a cabeça feliz.

— Eu sei, querida. Você é tão boa. Graças a Deus o Bryan encontrou você.

— Kkk — rio de suas palavras, e ela faz o mesmo.

Logo me arrumo e desço para tomar café. À tarde, saio com ela para caminhar um pouco. Também vamos visitar a loja e encontramos Geovana e seu noivo, Pedro.

— Olha quem apareceu! — Geo diz ao me ver.

— Achou que eu perderia? Kkk — digo, indo abraçá-la.

Ela me abraça e beija minha barriga, falando com as crianças.

Eu estava usando uma batinha azul e uma calça nude clara, confortável para não apertar a barriga, já que esta semana ela deu um pulo e estava aparecendo muito mais. Eu já estava com quatro meses e pouquinho.

— Meus bebês lindos! A tia não vê a hora de pegá-los e enchê-los de beijos.

Ela diz, e eu, Eliza e Pedro rimos.

— Amor, eles ainda não entendem — Pedro diz para ela.

— Entendem sim. Vocês vão ver como eles serão apegados à tia deles.

— Serão mesmo. E pode deixar que, quando quiser namorar com o pai deles, vou levá-los para vocês. Kkk.

Digo, e todos riem imaginando os três: um mini Bryan colocando terror e as mini Liz. Kkk.

Ficamos olhando a loja quase finalizada. Só faltavam algumas prateleiras serem arrumadas, e os funcionários já estavam todos ali. Todos foram selecionados pela Geo e pela equipe do RH do Mundo LiGi.

Olho orgulhosa para como a loja estava linda. Havia bexigas por todo lugar, tudo perfeito para a grande inauguração de amanhã, com direito a cantor na abertura.

Caminho por todo lugar observando. Entro no estoque olhando tudo; a organização estava impecável. Geovana ficou conversando com a gerente e os funcionários para mandá-los descansar para amanhã. Os seguranças haviam sido recomendados pelo Bryan. Minhas amigas Lívia e Bruna confirmaram que viriam amanhã sem falta e até pediram para sair mais cedo. Amanda chegava hoje à cidade para participar também da abertura, já que ela era responsável pela outra loja.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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