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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 276

— Você vai me matar? Kkk... Seu pai foi um otário em te entregar o comando. Zain, você não serve nem para pegar uma mulher.

Ele diz isso enquanto puxa pelo cabelo uma de suas esposas, que grita de dor.

— Essa aqui é sua esposa?

Ele retira o véu dela, e alguns homens começam a gritar para se divertir, enquanto ela chora desesperada.

— Me solte! Se quiser ela, eu te dou. Posso ser seu aliado — Zain diz para Hanzan.

O xeique, que era trazido à força, se desculpa pelo absurdo que seu filho havia falado.

— Veja, xeique, esse é o seu filho. Kkk... Um inútil que oferece até a esposa pela própria vida.

Hanzan solta a mulher, vai até Zain e dá um soco em seu rosto, arrancando um de seus dentes.

— Não... Não... Posso ser útil. Não me mate! — ele diz, implorando entre o choro.

— Kkkkk! Que menininha. Agora chora, seu inútil. Homens traidores como você me dão nojo.

Hanzan começa a socá-lo sem parar, fazendo com que ele desmaie. Sua esposa grita desesperada.

— Calma, querida. Ele ainda está vivo, não é mesmo, xeique? — diz, olhando para Amyr, que já estava conformado com sua morte.

— Me mate. Deixe minha família em paz. Pegue minha vida... — Amyr diz, implorando.

Hanzan e seus homens riem dele. O xeique, que era temido e respeitado, estava ali implorando por clemência.

— Vamos. Mas, antes de ir, quebrem as pernas daquele inútil.

Hanzan dá a ordem, e um de seus homens pega uma cadeira e começa a bater nas pernas de Zain até perceber que ele não teria mais condições de andar.

Sua esposa corre para perto dele. Os homens sorriem, satisfeitos, e começam a sair carregando o xeique. Alguns deles roubam o ouro do palácio.

— Para onde estão me levando? — Amyr pergunta.

— Cala a boca e apenas nos acompanhe. Você é nossa garantia de sairmos vivos daqui — Hanzan diz.

Amyr começa a pensar no motivo de eles estarem recuando, e a única alternativa que lhe vem à mente era seu filho Zaid. Sabia que ele nunca abandonaria seu povo.

— Kkk... Então é isso. Zaid já cercou vocês. Kkk... — diz, feliz e satisfeito.

— Cala a boca, seu velho inútil! — Hanzan responde, bravo e irritado porque seu plano havia dado errado.

Zaid invade a cidade, cercando os inimigos. O confronto é perigoso, mas ele estava em vantagem. Além de conhecer tudo pelo pé da letra, estava com mais homens, e assim conseguiram matar todos os inimigos.

Omar invade o palácio com uma parte dos homens e começa a procurar as crianças e as mulheres. Eles encontram todas amarradas em uma sala.

As esposas do xeique, as esposas de Zain, as crianças e os servos estavam todos ali, apavorados. Mas, quando Omar chega, todos começam a sentir alívio.

— Calma, estou aqui. O Zaid veio salvar vocês — ele diz.

Todos começam a se sentir aliviados, mas Omar percebe que o xeique, sua esposa Amira, seu filho e uma de suas esposas não estavam ali.

— Obrigada... Obrigada... — as mulheres começam a agradecer, abraçando seus filhos, que agora estavam seguros.

— Onde estão o resto das pessoas? — Omar pergunta.

Uma das esposas de Zain começa a chorar.

— Não sabemos. Um dos bandidos veio e carregou a Aya. Depois disso, não vimos mais ela, senhor.

Zaid invade o palácio também, indo diretamente para o salão. Estava sangrando em um dos braços, já que a bala havia passado de raspão. Mesmo assim, não para.

Ao entrar, seus olhos percorrem o local e sua expressão se aterroriza. Amira estava morta, com um tiro na cabeça. Eles haviam matado Amira.

Zaid fica ainda mais preocupado, temendo que tivessem matado todos.

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