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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 99

Liz

Já estava pronta. Bryan mandou uma funcionária me entregar um vestido elegante, em um tom claro. Ele era longo; na parte de cima, justo, valorizando meu colo, acinturado, e mais solto na parte inferior, com uma saia fluida. As costas eram abertas, com uma amarração ajustável em cordões. Parecia ter sido feito sob medida, já que ficou perfeito em mim.

Termino de arrumar meus cabelos, que já estavam escovados, coloco um conjunto de acessórios — brincos e colar — e pego uma bolsinha pequena de mão.

Me olho no espelho. Estava um pouco nervosa. A última vez que os vi ali, não fui bem recebida pelo pai dele… e agora, com certeza, todos estariam lá — principalmente o irmão dele.

— Já está pronta? — Bryan pergunta, se aproximando da porta.

— Sim… — digo, nervosa. Eu estava insegura em ir.

Ele entra me olhando. Seus olhos percorrem meu corpo, e sinto um calor ao vê-lo morder os lábios.

— Você está linda — ele diz, se aproximando e ficando à minha frente. Sua mão toca meu rosto com carinho; seus dedos passam pelo meu rosto e param em meus lábios…

— Se continuar me olhando assim, juro que não vou controlar a vontade de tirar esse vestido e pular direto para a sobremesa.

Diz, me deixando envergonhada.

— Vamos — falo, me afastando dele. Não queria ter que me arrumar de novo.

Ele sorri e sai junto comigo.

Chegamos a um condomínio de luxo. A entrada era tão bem guardada, com tanta segurança, que até imaginei que o presidente morasse ali.

Bryan fala algo no telefone e a entrada é liberada. Logo entramos, e os outros carros com os seguranças nos seguem. Olho para a mansão encantada, não imaginava que no Brasil poderia existir uma tão linda como aquela. Cada vez mais eu me surpreendia com a fortuna dos Bellucci.

O carro para. Bryan desce e vem abrir a porta para mim. Ele me oferece a mão, e eu aceito para descer. Então entramos na mansão.

Meus olhos percorrem cada canto, admirando a perfeição da construção. Logo somos recebidos por vários funcionários, que nos cumprimentam. Eles não mantêm contato visual com a gente, ficam ali parados, esperando ordens.

— Podem voltar a fazer o que estavam fazendo — Bryan diz para eles.

Ele caminha pela sala enorme, decorada com muito luxo. Logo seu irmão vem e se aproxima com aquele sorriso cínico.

— Então chegou… e, pelo visto, trouxe a amante.

Olho para ele e depois para Bryan.

— Brendo, acho melhor pensar antes de falar merda! A não ser que queira ficar sem língua. Não quero que estrague o jantar dos nossos pais, não é mesmo, irmão?

— Entendo… mas então, não deveria ter trazido essa garota?

— Quem eu trago só diz respeito a mim — ele diz, frio.

— Não é isso que papai sempre fala, não é mesmo, querido irmão?

— Ignore, Liz. Ele sempre gostou de me provocar.

— Filho! — Mamma vem me cumprimentar, mas ao se aproximar, olha para Liz. — Trouxe ela também? — diz, com um olhar de preocupação, reaumente me sentia uma intrusa ali.

— Sim, ela veio comigo. Não sei por que vocês ultimamente estão pegando no meu pé da garota, ela é minha convidada, se não quiser ela aqui, então vamos embora. Ele diz bravo segurando a minha mão pronto para voltar.

— Não é isso, filho — a senhora Carol diz. — Seu pai não vai gostar, mas ela pode ficar, sim.

— Deixe que com o papai eu me entendo. A senhora sempre a tratou bem, ela não tem culpa de nada. Tente tratá-la bem, tá? — a senhora me olha com aquele sorriso, tentando esconder as preocupações.

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