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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 79

Bryan

Estou em uma reunião quando meu telefone toca. Olho para ver quem era a essa hora.

_ Liz, digo ao olhar para o celular atendendo.

— Oi! Desculpa se te atrapalhei em alguma coisa, mas aconteceu umas coisas aqui no hotel. Um funcionário, que se diz primo da sua funcionária, falou que ia me bater e tentou me estuprar no banheiro… — começo a xingar o desgraçado que teve a coragem de mexer com minha mulher.

Desgraçado… filho da pu* — xingo, socando a mesa.

— Bryan, o que foi? — Henrique pergunta, assustado. Alguns acionistas que estavam presentes me olham com medo.

— Liz, estou indo agora. Você está onde? — pergunto.

— No escritório do senhor Guilherme — ela diz, e desligo.

— Senhores, peço desculpas, mas aconteceu um imprevisto. A reunião está encerrada — digo, pegando as minhas coisas e saindo.

— Bryan, aconteceu algo? Tá indo para onde?

— Matar alguém — digo com ódio.

Ele me acompanha, aterrorizado, sem saber o que tinha acontecido para ter me tirado do sério e eu falar aquelas coisas todas na frente dos clientes.

Quando saio do prédio, entro no carro. O Henrique entra também comigo.

— Para onde, senhor? — o motorista pergunta.

— Para o hotel Bello Palace — digo, e ele sai às pressas. Aproveito e faço uma ligação para o senhor Kleber.

— Kleber, mande nossos homens entrarem no hotel onde a Liz está e garantam a proteção dela. Se alguém ousar encostar nela, eu juro que mato todos. Não deixo ninguém vivo — digo, em tom ameaçador.

— Entendido, chefe.

Logo chegamos. O motorista estaciona e saio. O Henrique vem comigo. Alguns dos meus seguranças também vêm em seus postos, me seguindo.

Quando me aproximo da entrada, os dois seguranças me olham, o medo estampado ao me ver com tantos homens armados.

O Henrique olha para eles, como em um aviso de que eu era o dono de tudo, o chefe.

— Seja bem-vindo, senhor! — eles falam, me cumprimentando.

— Onde é a sala do Guilherme? — pergunto, irritado.

— Bryan, é mais para lá — Henrique fala, me chamando.

Sigo ele, passando por vários funcionários.

Algumas funcionárias me olhavam. Os seguranças chamavam atenção e, com certeza, os outros já deveriam estar lá na sala com a Liz.

Passamos por uma entrada e seguimos até um corredor muito movimentado. Ali, vejo várias mulheres encostadas na parede, enquanto alguns dos meus homens permanecem ao lado delas.

— Senhor Henrique, o que está acontecendo? Por que esses homens invadiram o hotel? — Valéria perguntou, preocupada.

— Quem foi que mexeu com a senhora Liz? Ela está onde? — Henrique diz, nervoso.

As mulheres se entreolham. “Senhora Liz?” “Tinha uma Liz… mas faxineira…”

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