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O magnata e a faxineira ( Desejos proibidos ) romance Capítulo 3

Peterson encarou o corpo de Miranda, sem desviar o olhar.

— Eu a quero nua! — Disse, com a voz calma e direta. Caminhou até a pia de mármore ao lado da bolsa surrada de Miranda e colocou um bolo considerável de notas de cem reais, o som seco do dinheiro ecoando no silêncio do banheiro, fizeram os olhos dela brilharem.

Miranda apertou a toalha contra o corpo, com o rosto pálido.

— Eu... eu não sou garota de programa, só queria dizer. — Conseguiu dizer, com a voz tremendo levemente.

— Eu não vou transar.

Peterson se aproximou dela com uma calma perturbadora. Seus olhos escuros percorreram o corpo de Miranda envolto na toalha. Parou a poucos centímetros dela, e sua voz, agora mais suave, quebrou o silêncio tenso.

— Eu não pedi para transar, nem preciso pagar por isso. — Sussurrou, com o olhar fixo nos seios de Miranda sob o tecido.

— Eu só quero mamar!

Peterson pediu licença com uma formalidade surpreendente para a situação, e delicadamente afastou a toalha que cobria o corpo de Miranda. Seus olhos brilharam ao contemplar seus seios volumosos.

— Eu daria um dinheiro extra. — Ofereceu, com o tom de voz agora mais negociável.

— Se eu pudesse tomar o leite diretamente... dos seus seios. Quanto você quer?

Miranda, ainda atordoada pela ousadia daquele pedido, hesitou por um instante. A necessidade financeira falou mais alto que a estranheza da situação.

— Dois mil. — Respondeu, com a voz hesitante.

Peterson se aproximou ainda mais, acariciando seus seios com as mãos grandes. Ele notou como estavam duros e cheios, as veias saltadas sob a pele clara. Com um toque mais firme, apalpou um lado, apertando-o levemente. Uma pequena gota de leite surgiu na ponta do mamilo. Um brilho intenso surgiu nos olhos de Peterson e sua boca pareceu salivar.

Com uma força surpreendente, ele ergueu Miranda em seus braços em questão de segundos e a colocou sentada na pia fria de mármore. Sem mais palavras, inclinou-se e abocanhou um dos seios de Miranda, sugando com uma voracidade que a surpreendeu. Era como um bezerro faminto, com a intensidade de um homem de quase dois metros de altura e quase quarenta anos. A sensação daquela boca grande e quente sugando seu leite foi inesperada e intensa, misturando repulsa e uma estranha excitação.

A sensação da boca linda quente e faminta de Peterson sugando seu seio despertou em Miranda uma corrente elétrica inesperada. Inicialmente tensa e envergonhada, ela sentiu um calor percorrer seu corpo. Sentada nua na pia fria, com as pernas ligeiramente abertas e Peterson posicionado entre elas, mamando com uma intensidade quase animalesca, uma excitação estranha começou a florescer em sua intimidade.

A umidade surgiu de forma sutil, mas inegável, lubrificando sua buceta. Era uma reação física involuntária, um contraste gritante com a confusão e a estranheza da situação. Aquele homem lindíssimo, um completo estranho, estava ali, sugando seu leite como um bebê gigante, e seu corpo, contra sua vontade consciente, parecia estar respondendo de uma maneira primitiva, excitante.

Ela observava os cabelos escuros na nuca dele enquanto ele mamava com fervor, sentindo a pressão da sua boca e a leve dor prazerosa nos mamilos. Aquele cenário bizarro, quase surreal, a deixava em um estado de choque e crescente excitação. A vergonha ainda estava presente, mas uma nova sensação, um despertar carnal inesperado, começava a se misturar, tornando a experiência ainda mais confusa e eletrizante.

Miranda se sentia dividida entre a repulsa pela situação e a resposta incontrolável do seu próprio corpo, que começou se arrepiar, enquanto sua boca ficou seca e o coração acelerado.

Peterson mamou em ambos os seios com uma intensidade voraz, até que seu desejo e fetiche parecesse saciado. Ao se afastar, limpou a boca com um sorriso satisfeito saciado, como uma criança que acaba de se fartar de seu doce predileto.

Miranda, por outro lado, estava séria em um estado de nervosismo, mesmo excitada. Suspiros involuntários escaparam de seus lábios, e um gemido baixo ecoou quando ele se afastou. Ao vê-lo se mover, um pensamento percorreu sua mente: talvez agora fossem transar. Uma onda de calor percorreu seu corpo, e ela instintivamente o acariciou nos braços fortes e sarados. Aproximou-se, com a intenção de beijá-lo.

No entanto, Peterson a afastou sutilmente, com um gesto delicado, mas firme. Seus olhos encontraram os dela, e ele disse, com uma frieza inesperada:

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