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O REI ALFA QUE SE APAIXONOU POR UMA HUMANA. romance Capítulo 134

POV DARIUS.

Senti a irritação de Baltazar e Necro. Eu sabia que não gostaria do que escutaria. Alice estava nervosa e preocupada.

— Me diga o que Abigail contou. — Perguntei, olhando para Alice, sério.

— Abi disse que apareceu uma mulher estranha na clínica, e ela perguntou por mim, querendo saber onde eu morava. Abi disse que não sabia e que eu estava de licença. Ela contou que sentiu algo ruim na mulher, sentiu um calafrio. Então, estou achando que ela não era normal, talvez seja um ser sobrenatural. Inventei para Abi que era Angélica, sua ex ciumenta. — Contou Alice.

— Você acha que era Angélica ou Agnes? — Perguntou Baltazar mentalmente.

— Não sei quem foi, mas tenho certeza de que estava a mando de um dos meus inimigos. — Comentei com Baltazar.

— Se estão rondando os lugares que Alice frequentava, eles devem estar tramando algo. Devemos ficar atentos. — Disse Baltazar.

— Concordo. Pedirei que Giovanni monitore a clínica veterinária, o sítio e a casa de Abigail. Assim saberemos se estiverem armando algo. — Falei mentalmente e voltei minha atenção para Alice.

— Você fez bem inventando que era Angélica. Não queremos que sua amiga comece a investigar e se ponha em perigo. — Comentei.

— Você acha que estão vigiando a Abi? — Perguntou, nervosa.

— Sim, com certeza. Abigail é sua amiga. Você está aqui protegida e longe deles. Enquanto isso, tentarão descobrir tudo sobre você e sobre todos do seu convívio pessoal. — Falei.

— Então, irão também atrás do Luís. Espero que ele não fale nada. Estamos brigados, tenho medo de Luís falar algo por estar magoado comigo. — Disse Alice com tristeza.

— Luís é seu amigo. Ele não faria isso. — Falei, tentando não a deixar preocupada. Mas, se aquele infeliz prejudicar minha companheira, eu o mato.

— Não sei… Pessoas magoadas e enciumadas podem fazer coisas impensáveis. Mas por que eles querem saber onde moro, se sabem que estou na alcateia? — Perguntou Alice, confusa.

— Bruxas podem usar objetos e locais que alguém viveu para descobrir muitas coisas sobre aquele indivíduo. Acredito que Agnes esteja querendo saber mais sobre você. Deixamos energia em objetos que tocamos e temos apreço, assim como nos locais onde moramos. — Comentei.

— Era só o que me faltava! Como faremos para que Agnes não fique xeretando lá no sítio? — Perguntou.

— Não precisa se preocupar com ela. Mandarei alguns seguranças para sua casa. Se Agnes conseguir o endereço, terá uma surpresa quando chegar lá. — Comentei.

— Obrigada. Poderia também enviar alguém para proteger Abi e Luís? Não quero que eles corram risco por minha causa. — Pediu Alice. Eu não concordava em ajudar Luís, mas ele era amigo de Alice, então relevei e concordei em protegê-los.

— Vou enviar alguém para cuidar deles. — Falei. Alice sorriu, agradecida.

— Obrigada, Darius. — Agradeceu.

CAPÍTULO CENTO E TRINTA E QUATRO: DESCONFIO QUE SEJA COISA DAQUELA BRUXA. 1

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