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O REI ALFA QUE SE APAIXONOU POR UMA HUMANA. romance Capítulo 136

POV DARIUS.

Eu me sentei atrás da minha mesa. Giovanni e Gabriel estavam diante de mim, exalando tensão.

— O interrogatório foi produtivo — começou Giovanni, lançando um olhar rápido para Gabriel antes de continuar. — Descobrimos que Eugênia tinha a família de um de seus servos mais fiel dos tempos em que ela era rainha, infiltrada entre nós. Eles trabalhavam aqui, na casa-prisão dela, no hospital e até na sua própria mansão, Darius. — Contou. Minha mandíbula se contraiu e senti o sangue ferver nas veias.

— Toda a família? — minha voz saiu fria, carregada de incredulidade e raiva. Gabriel assentiu lentamente.

— Todos. Eles eram leais à Eugenia. Uma quadrilha bem organizada. Ela sabia de tudo que acontecia aqui na alcateia por meio deles. — Falou Gabriel.

A força com que bati a mão na mesa fez um estrondo ecoar pelo escritório. Giovanni e Gabriel se encolheram, mas não desviaram o olhar. Eu respirava fundo, tentando controlar minha raiva. A fúria queimava dentro de mim como uma chama incontrolável.

Eugenia havia conseguido infiltrar sua rede de espiões bem debaixo do meu nariz. Eles estavam entregando cada passo nosso para ela. Giovanni e Gabriel mantinham a postura firme, mas o olhar que trocaram denunciava suas hesitação.

— Existe alguém inocente nessa m*****a família? — Perguntei, minha voz saiu carregada de fúria e incredulidade. Giovanni respondeu, evitando meu olhar.

— Há dois filhotes de colo, majestade. E os jovens, mas esses já foram corrompidos — informou Giovanni. Meu maxilar enrijeceu. Eu não queria ter que resolver isso agora. Fechei os olhos por um instante e inspirei fundo.

— Deixem os filhotes com uma cuidadora. Os jovens, mandem para a prisão junto dos pais. Depois que tudo estiver resolvido, eu decidirei o que fazer com eles. — ordenei.

Gabriel e Giovanni assentiram. A reunião foi encerrada ali. Me levantei e saí sem olhar para trás, com a irritação ainda fervendo dentro de mim. Quando cheguei à mansão, ela estava silenciosa quando entrei. Mas encontrei Alice sentada no sofá da sala de estar, me esperando. Notei a ausência dos outros imediatamente.

— Onde estão todos? — perguntei, franzindo a testa.

— Minha mãe e seus pais foram para o abrigo — respondeu Alice com calma, seus olhos me analisando.

— Sua mãe aceitou tudo isso… tão fácil assim? — minha descrença era evidente. Alice assentiu.

— Descobri que minha mãe já sabia de tudo. E concordou ir para lá. — Contou.

Soltei um suspiro, sentindo uma parte do peso nos meus ombros se dissipar. Pelo menos isso não seria mais um problema. Depois perguntaria os detalhes.

— E você? Por que não foi com eles? — Perguntei.

— Lulu achou melhor eu ficar separada — respondeu Alice, com um brilho de preocupação nos olhos. — Se por acaso Necro se libertasse, ele poderia vir atrás de mim e colocar todos em perigo. — Falou. Passei a mão pelos cabelos, concordando com um aceno. Lulu tinha razão.

— E onde está Lulu agora? — Perguntei.

— Disse que estaria vigiando. — comentou. Minhas sobrancelhas se uniram.

— E onde você vai ficar? — Perguntei preocupado.

— Aqui, na mansão — ela disse com firmeza. — E eu vou te levar até a porta do cofre. — Declarou.

CAPÍTULO CENTO E TRINTA E SEIS: A TRANSFORMAÇÃO. 1

CAPÍTULO CENTO E TRINTA E SEIS: A TRANSFORMAÇÃO. 2

CAPÍTULO CENTO E TRINTA E SEIS: A TRANSFORMAÇÃO. 3

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