POV ALICE.
Necro parou de rir e me olhou divertido. Então falou com um tom alegre, coisa que Darius não fazia.
— Não seja bobinha. Eu não sou nenhum insano a ponto de querer transar com você nessa minha forma. Quero transar com você, Alice, e necessito disso. Mas não será transformado em crino. Estou no comando do corpo de Darius, então vou me transformar em sua forma humana para fazer isso — explicou Necro. Suspirei aliviada, mas a tensão ainda percorria meu corpo.
— Entendi… Mas não é cedo para pensarmos em sexo? Acabei de te conhecer — falei, nervosa com a ideia. Mesmo que fosse o corpo de Darius, com quem eu já tinha transado várias vezes, era estranho. Necro se aproximou mais um passo, me observando como um predador que observa sua presa.
— Alice, não me negue isso. Eu te esperei muito. Você não pode evitar que fiquemos juntos. Sua voz era um sussurro grave, carregado de desejo.
Fiquei pequenina diante dele quando se aproximou. Meu coração tamborilava no peito. Então, diante dos meus olhos, Necro começou a mudar, me deixando surpresa e encantada.
Seus pelos recuaram para dentro da pele. Sua altura começou a diminuir. Seus braços e pernas se tornaram humanos novamente, sua forma foi se ajustando. Num piscar de olhos, o crino desapareceu, e diante de mim estava Darius. Fiquei admirada com o que aconteceu diante dos meus olhos. Observei seu rosto bonito e charmoso, então notei algo diferente. Seus olhos… não estavam azuis, mas sim verdes. Reuni coragem e falei:
— Darius… — chamei, hesitante.
Ele sorriu daquele jeito que sempre me deixava completamente excitada. Mas havia algo diferente. Algo nele que não era o lobo que eu conhecia. Tinha algo selvagem e indomável, uma aura sombria e muito mais perigosa.
— Não, minha deusa. Darius está dormindo. Sou Necro — sua voz era sedutora, mas carregava um peso que me fazia tremer.
Antes que pudesse reagir, ele me encurralou contra a parede. Seu corpo nu pressionou-se contra o meu, um calor implacável emanava dele. Ele se aproximou do meu pescoço e chupou minha pele, arrancando um gemido involuntário dos meus lábios.
Uma onda de desejo me atravessou, percorrendo cada fibra do meu ser. Eu senti minha vagina pulsar em antecipação. Droga de corpo traidor que não resiste ao toque desse ser. Senti suas mãos segurando minha cintura com força enquanto ele explorava meu pescoço com chupões que me faziam gemer ainda mais.
Tombei meu pescoço mais para o lado, lhe dando acesso para que pudesse explorar com mais facilidade. Fechei meus olhos para aproveitar. Necro parou de chupar meu pescoço e se afastou um pouco. Eu abri meus olhos e me deparei com uma imensidão verde-esmeralda me olhando com desejo. Suspirei, extasiada.
Necro passou a língua pelos lábios, o que o deixou ainda mais charmoso, sedutor e irresistível. Ele sorriu de lado e suas mãos abandonaram minha cintura. Necro apertou meus seios por cima da minha blusa. Gemi com seu ato e fechei os olhos de novo. Então, Necro rasgou minha blusa com um puxão. Abri os olhos e o olhei irritada.
— Está louco? Essa era minha blusa preferida! Eu não sou rica e não posso ficar comprando roupa para você rasgar! — falei, nada satisfeita.
— Desculpa, minha deusa, mas aquela blusa estava me impedindo de te tocar e fazer o que sinto vontade — falou, sacana.
— Você poderia me pedir para tirar ou ter tirado-a — falei, irritada.
— Rasgar é mais divertido — disse e se abaixou, abocanhando meu seio, chupando-o com fervor.

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