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O REI ALFA QUE SE APAIXONOU POR UMA HUMANA. romance Capítulo 141

POV DARIUS.

Minha consciência foi voltando gradualmente. Senti que estava deitado em cima de algo macio. Estranhei, pois a última coisa de que me lembro é que estava no cofre, e não havia nada macio naquele lugar. Passei a mão e notei que estava deitado em uma cama. Farejei e reconheci o local.

Percebi, então, que havia um corpo sobre mim. Logo reconheci o cheiro maravilhoso de Alice. Abri os olhos rapidamente, olhei para baixo e a vi deitada sobre meu abdômen, nua e adormecida. Fiquei apreensivo com sua presença ali, na verdade, com a minha presença no quarto. Não era para eu estar nele. Eu deveria estar no cofre, trancado.

— O que está acontecendo aqui? — perguntei-me mentalmente.

— Também gostaria de saber. Por que estamos aqui com nossa companheira? — perguntou Baltazar. De repente, senti um cheiro e rosnei irritado. Era cheiro de sexo. Não acredito que ele escapou do cofre e veio transar com a minha companheira.

— Necro, o que você fez? — perguntei mentalmente.

— Por que esse escândalo todo a essa hora da manhã? Preciso descansar da noite intensa que tive com a minha companheira. E pare de rosnar, não quero incomodar o descanso de Alice — disse Necro tranquilamente.

— Você transou com Alice? Você a pegou à força? Seu maldito, eu vou te matar! — disse Baltazar, tomado pelo ódio. Uma fúria me dominou também ao ouvir a acusação de Baltazar. Necro rosnou alto e sombrio. Seu rosnado era de puro ódio e raiva.

— Como ousa, seu lobo insignificante? Eu nunca faria uma coisa desprezível dessas com a minha companheira. Alice transou comigo de boa vontade. Não foi nada forçado aqui. Ela me aceitou como companheiro e se entregou a mim — falou Necro, irritado. Antes que Baltazar pudesse responder, Alice se levantou rapidamente e me olhou assustada.

— Por que está rosnando, Necro? — perguntou apreensiva. Não gostei nada dela estar me chamando de Necro.

— Eu não sou o Necro — falei irritado, e Alice me analisou.

— É verdade, seus olhos estão azuis de novo. Você é o Darius agora — falou. Que história é essa de olhos?

— Por que rosnou? — perguntou.

— Não fui eu, foram Necro e Baltazar discutindo outra vez — comentei.

— Entendi, esses dois não se entendem — disse e sorriu.

— Alice, o que aconteceu aqui? E por que estou aqui, em vez de estar no cofre? — perguntei e me sentei, encostado na cabeceira da cama. Ela suspirou.

— Então, você, ou melhor, Necro, escapou do cofre e veio atrás de mim — contou, e um frio tomou conta do meu corpo. Necro fugiu? Que horrores ele deve ter espalhado pela alcateia? Me perguntava, preocupado.

— Como ele fugiu? E como estão todos? — perguntei rapidamente.

— Olha, não sei como está lá fora. A porta do cofre se fechou e, depois de um tempo, Giovanni e Gabriel me tiraram de lá e estavam me trazendo para casa, quando ouvimos um estrondo que estremeceu até o chão. Seus betas disseram que Necro havia fugido e me mandaram correr e me esconder, que eles segurariam Necro. Bem, eu vim para o quarto e Lulu estava aqui, ficou ao meu lado me protegendo. Minutos depois, Necro apareceu aqui e entrou no quarto. Lulu me protegeu, pois eu estava com medo dele, por tudo que ouvi sobre ele. Mas Lulu disse que ele não me machucaria e aconselhou que conversássemos. Pediu para Necro se acalmar para poder falar comigo — contou Alice.

— Ele conseguiu derrubar a porta do cofre? O que aconteceu com Giovanni e Gabriel? Necro os matou? — perguntei apreensivo.

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