YENA
Nolan fechou os olhos de novo, e nos beijamos devagar enquanto ele acordava.
A respiração dele estava quente, e seus beijos desleixados. Segurando minha coxa com uma das mãos, ele usou a outra para preguiçosamente afastar meu cabelo, que estava caindo no rosto dele.
Inclinei-me para dar-lhe um beijo na orelha e sussurrei: "Feliz aniversário".
O príncipe respondeu com um sorrisinho e um gemido de satisfação.
Então, jogou-me de costas na cama. Dei um gritinho, mas acho que foi de surpresa. Eu tinha me esquecido da rapidez com que Nolan podia despertar de um sono profundo.
No instante em que enfiou o pauzão duro e grosso dentro de mim, ele expirou com muita força, e o ar pareceu causar uma rajada de vento que correu pelo quarto.
Arfei e respirei fundo para sentir o cheiro e o calor dele.
“Tava com saudades”, disse Nolan com a voz sonolenta.
“Tô bem aqui”, respondi.
“Onde você passou a noite?”, murmurou ele, falando baixo e em tom de reclamação.
Não consegui responder de imediato. Tentei recuperar o fôlego entre os pequenos choques de prazer que cada movimento dos quadris dele me causava.
Ele me deu um sorriso presunçoso, parecendo se divertir de um jeito perverso ao me ver sem ar.
Finalmente fui capaz de dizer que fiquei a noite toda no estúdio para terminar o presente dele.
Isso fez a expressão dele mudar, e ele diminuiu o ritmo com que metia em mim.
"Jura?", perguntou o príncipe.
Fiz que sim. “Onde mais eu estaria?”
Ele balançou a cabeça, como se tivesse feito uma pergunta boba. Depois, lançou um olhar estranho que não consegui decifrar e me deu um beijo longo e lento.
Aí, senti aquele mesmo nervosismo de antes, que se manifestou como um arrepio quente que subiu pelos meus braços e pernas e correu pelas minhas veias.
Era como se houvesse algo dentro de mim querendo sair.
Coloquei as mãos na clavícula de Nolan e o empurrei para trás. Ele me olhou confuso.
Deslizei dois dedos dentro da boca dele e os corri por seus dentes afiados.
Nolan fechou os lábios e começou a chupá-los.
Assenti com a cabeça e sorri para ele, pressionando os dedos nos dentes de baixo, e o príncipe os mordeu.
Senti uma dor aguda e rápida, seguida por um alívio intenso e um formigamento.
Ele só me deixou tirar os dedos de lá após ter chupado todo o sangue e a ferida ter sarado. Talvez chupou por mais tempo do que isso, na verdade.
Então, pressionou a palma da minha mão contra os lábios e a beijou, antes de colocá-la contra sua bochecha quente. Acariciei os cabelos dele.
Corri as unhas por seu couro cabeludo, fazendo-o gemer baixinho.
Pedi para ele para me virar.
Seus olhos verdes se iluminaram, e ele me colocou de quatro quase que no mesmo instante.
Inclinei o corpo, deslizando as mãos pelos lençóis de cetim, enquanto ele explorava minhas costas, quadris e coxas, como se estivesse tentando memorizar a forma delas.
Deixei-o demorar o quanto queria.
Afinal, era seu aniversário.
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NOLAN
O príncipe nunca tinha se sentido assim na vida.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Rei Alfa quer se casar comigo!?