Entrar Via

O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 683

VICTORIA

Só se passaram alguns segundos, mas pareceram horas… até que ele me soltou.

O pior foi que limpou a mão na calça de couro, como se eu causasse nojo.

—Sei que você não é do meu feudo. Não se engane, só estou deixando você viva pra não provocar uma guerra com outros territórios.

Mandou essa desculpa de merda que nem ele mesmo acreditava.

—E já que está claro que você soltou as amarras, trate você mesma dos seus ferimentos —acrescentou, indo até uma mesa e jogando um potinho de pomada.

Eu estava furiosa.

Como esse macho insuportável ousava me tratar como uma doença contagiosa?

—Tá bom então, manda alguém me ajudar com as costas —soltei de repente, antes que ele saísse às pressas.

Sim, era verdade que eu já tinha me libertado.

—O quê? —ele virou sem entender, mas eu já estava subindo os babados do vestido até deixar minhas pernas à mostra.

—O QUE DIABOS VOCÊ TÁ FAZENDO?! —rugiu, desviando o olhar quando fiquei praticamente só de calcinha.

—Tô cuidando da mordida na coxa, mas não alcanço minhas costas. Manda alguém…

—NÃO! —respondeu na hora, categórico.

Reparei no olhar tenso dele.

Seus olhos lutavam pra não encarar minhas pernas nuas.

—Não foi você mesmo quem mandou eu me cuidar? Minhas mãos não alcançam atrás —falei, óbvio.

Fui andando bem calma e apoiei a perna num baú fechado.

Peguei a pomada e comecei a passar nas feridas, que já estavam quase cicatrizando.

Sabia que ele estava parado na entrada da tenda, sem falar nada, mas o coração acelerado o entregava.

Eu esperava… me inclinando pra frente, espalhando a pomada gelada pela pele.

Meus seios quase escapavam do decote todo bagunçado.

—Maldita seja, mulher —ouvi ele rosnar lá do fundo da alma.

Um sorrisinho apareceu no canto da minha boca.

Ele se jogou numa cadeira no canto escuro da tenda.

Só dava pra ouvir nossas respirações, e a dele ficava cada vez mais pesada, enquanto meu vestido subia, revelando cada vez mais do meu corpo.

O calor do corpo forte dele quase encostado nas minhas costas.

Pegou a pomada e começou a passar com os dedos por cada cicatriz… devagar, enlouquecedor.

Descendo pelas minhas costas, enquanto o desejo entre nós dois crescia.

—Mnn —não consegui evitar o gemido quando as mãos dele se fecharam na minha cintura com força.

A presença dele era tão feroz… ele cheirava a guerra, a rebeldia, a selvageria.

Como seria sentir aquelas mãos agarrando meus quadris enquanto ele me comia com aquele pau enorme que marcava por baixo da calça?

—Chega de me provocar. Você tá cheirando a cio. E esse acampamento tá cheio de macho —ele rosnou no meu ouvido, com a voz rouca e cheia de necessidade.

Empinei de repente a bunda pra trás, pegando ele de surpresa.

Eu sabia muito bem: ele estava duro, o pau dele estava rijo.

Ele soltou um sibilo de tesão, se arrepiando… mas não se afastou.

Os dedos se cravaram ainda mais na minha cintura, me segurando, inclinado sobre meu cabelo.

—Essa situação é culpa sua… É assim que você toca em todas as vampiras que odeia?

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: O Rei Lycan e sua Tentação Sombria