MARIUS
— Ah, ah, ah…
Os gemidos rítmicos da mulher contra a árvore já estavam enchendo meu saco.
— Ela tinha me seguido quando fui mijar, se insinuando com aquele sorriso fácil e aqueles peitos quase pulando pra fora do decote.
— Eu ia dizer não quando as mãos dela agarraram meu pau, mas ao virar, a cor castanha do cabelo foi o que me atraiu.
— Nem sei como é o rosto dela, só sei que agora estou metendo na boceta dela com um ritmo constante, uma mão cravada na cintura e a outra naquela porção de cabelo castanho.
— Cala a porra da boca e geme pra dentro!
Rosnei irritado porque aqueles sons estridentes estavam me deixando mole.
— Não soava como ela, e isso quebrava toda a ilusão na minha cabeça. “Victoria” estava apoiada no tronco, inclinada pra frente, arqueando a bunda e as costas enquanto eu metia com força.
— Minha pélvis batia cada vez mais rápido. O som das minhas coxas estalando contra as dela marcava o ritmo frenético dessa trepada rápida.
— Sshh… não gosta bruto, é?... Mnn… Posso te foder como um animal também, gata… sshh… É assim que gosta, sua vadia?!
— Aaahh!
Os gemidos dela aumentaram com minha grosseria, mas dessa vez nada ia estragar minha punheta mental.
— Segurei firme o cabelo dela, puxando a cabeça pra trás enquanto a outra mão dominava a cintura.
— Meus bagos balançavam cada vez mais pesados, pulsando pela liberação.
— Ssshh… aah… — levantei a cabeça de olhos fechados, dobrei os joelhos e empurrei de novo e de novo naquela boceta quente.
— Você é minha, só minha, Victoria. Você é a única que merece um homem como eu.
Um grito agudo saiu dela; talvez tenha gozado, não sei, e nem me importei.
— Tirei meu pau gozando com força e deslizei o prepúcio de forma brusca pra prolongar o atrito.
— Olhando pra baixo, vi os jatos grossos e brancos voando e caindo entre as nádegas dela. Por mais excitado que eu estivesse, não ia gozar dentro dessa puta pra depois vir com papo de gravidez.
— Arfei com rosnados de prazer; minhas presas pulsavam de sede, mas depois de perder o vínculo com minha companheira, todo sangue tinha gosto amargo. Só espero que esse efeito não seja pra sempre.
— Uma pena que a Sophie no fim não se comportou como devia. Não suporto mulher ciumenta e tóxica.
— Pode se levantar — me limpava com o lenço, guardando o membro de volta na calça.
De repente, algo me alertou. Silêncio demais ao meu redor, até a mulher não falava nada.
— Levantei o olhar e vi ela caída contra a árvore, mas um rastro de sangue sujava a casca, vindo de um ferimento na cabeça.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Rei Lycan e sua Tentação Sombria
Eu tava no 334 do REI LYCAN E SUA TENTAÇÃO SOMBRIA, resolvi voltar no capítulo anterior e agora, apresentando o bilhete hoje de cobrança mas num deixa abrir. Da erro...
Pq aqui nesse livro vc não pode voltar num capítulo que já leu?...
Comprei o capítulo e não consigo ler porquê?...
Eu queria continuar lendo...