FENRIR
—Só… bom, eu não queria que sua roupa ficasse molhada… —“nem a calcinha”.
Comecei a balbuciar todo tipo de justificativas, uma mais idiota que a outra.
De repente ela se ergueu, sentada, e aqueles peitos lindos quicaram. Eu lutava para olhar nos olhos dela e então percebi que algo não ia bem.
—Abiga, o que aconteceu? Sinto muito, de verdade, eu só queria ajud…
As palavras ficaram presas nos meus lábios quando fui assaltado pelos dela num beijo abrasador.
E não no sentido figurado, no literal. A boca de Abigail estava quente a ponto de escaldar, um vapor descia pela minha garganta e vinha dos seus suspiros cada vez mais apressados.
Ela se pendurou no meu pescoço, me empurrando para montar em cima do meu quadril.
O suor escorria pela pele febril dela, estava queimando como se fosse explodir em chamas a qualquer momento.
Sem desfazer a conexão, segurei por baixo da bunda dela e a ergui contra o meu peito.
Me arrastei um pouco até a borda e mergulhei na poça com ela. A água nos cobriu por completo e mexi as pernas com vigor para nos trazer de volta à tona. Um suspiro de alívio a fez gemer com o frio da lagoa pequena.
Os olhos nublados voltaram a me encarar de perto enquanto ela segurava meu cabelo por trás e enlaçava minha cintura com as pernas.
Deusa, o rosto dela era tão lindo e delicado com aquele carmim sedutor. Os lábios carnudos e vermelhos como se tivessem sido pintados à mão. A névoa se erguia sobre a água e nos mergulhava numa atmosfera ambígua.
—Preciso… do seu poder… —falou de novo, entrecortado, e sem me dar tempo nem de responder, me assaltava a boca.
Deixei-me levar e assumi o controle, liberei sem reservas a magia nas minhas veias. Eu não a controlava tão bem quanto minha mãe ou minha irmã, mas também não precisava fazer muito esforço. Era como se todo o meu ser quisesse sair e se apoderar do dela.
Envolvi seu corpo com os braços e movi meus lábios de forma predatória, batendo os pés debaixo d’água para nos manter à tona.
Minhas mãos apertaram e apalparam com luxúria a bunda dela e a colaram no meu corpo endurecido e faminto pelo toque dela.
Eu sentia minha magia penetrar pelos poros e se encontrar com o fogo que consumia Abigail.
Gale insistia, uma e outra vez, em procurar a loba dele, mas o interior da ruiva estava um caos.
De repente, no meio dos beijos, dos sons cada vez mais eróticos que saíam das nossas bocas, ela desceu a mão e começou a me tocar o pau.
Era bem desajeitada, mas os apertos descoordenados na cabeça da glande me deixavam rosnando de tesão.
—Mmnn —gemi rouco quando os dedos dela se enfiaram e exploraram diretamente por dentro.
—Sshh, espera, nena… espera… —ofeguei, me movendo com ela erguida até a borda.
Meu pau quase chorou quando a mão feminina parou de massageá-lo.
Consegui apoiá-la numa pedra arredondada e plana, lambida pela água.
Acariciando seu pescoço e morrendo de vontade de chupar seus seios, comecei a baixar a cueca.
Meus pés pisavam firme no fundo, esta parte era mais rasa.
Logo eu estava como vim ao mundo e joguei a peça de roupa de qualquer jeito.
Me afastei um pouco só para vê-la com clareza.
Sentada, com as pernas abertas, as coxas meio submersas, me enlaçando pela cintura e apoiada nos meus ombros.
O rosto sedutor bem à minha frente, me olhando, a língua lambendo aqueles lábios grossos, e o cabelo vermelho-fogo caindo sobre a pele branca.
A umidade nos olhos cinzentos deixava ela tão meiga, tão inocente e… virginal.
—Sshh, nena, você tá me matando…

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Rei Lycan e sua Tentação Sombria
Eu tava no 334 do REI LYCAN E SUA TENTAÇÃO SOMBRIA, resolvi voltar no capítulo anterior e agora, apresentando o bilhete hoje de cobrança mas num deixa abrir. Da erro...
Pq aqui nesse livro vc não pode voltar num capítulo que já leu?...
Comprei o capítulo e não consigo ler porquê?...
Eu queria continuar lendo...