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O Rei Lycan e sua Tentação Sombria romance Capítulo 797

FENRIR

—Só… bom, eu não queria que sua roupa ficasse molhada… —“nem a calcinha”.

Comecei a balbuciar todo tipo de justificativas, uma mais idiota que a outra.

De repente ela se ergueu, sentada, e aqueles peitos lindos quicaram. Eu lutava para olhar nos olhos dela e então percebi que algo não ia bem.

—Abiga, o que aconteceu? Sinto muito, de verdade, eu só queria ajud…

As palavras ficaram presas nos meus lábios quando fui assaltado pelos dela num beijo abrasador.

E não no sentido figurado, no literal. A boca de Abigail estava quente a ponto de escaldar, um vapor descia pela minha garganta e vinha dos seus suspiros cada vez mais apressados.

Ela se pendurou no meu pescoço, me empurrando para montar em cima do meu quadril.

O suor escorria pela pele febril dela, estava queimando como se fosse explodir em chamas a qualquer momento.

Sem desfazer a conexão, segurei por baixo da bunda dela e a ergui contra o meu peito.

Me arrastei um pouco até a borda e mergulhei na poça com ela. A água nos cobriu por completo e mexi as pernas com vigor para nos trazer de volta à tona. Um suspiro de alívio a fez gemer com o frio da lagoa pequena.

Os olhos nublados voltaram a me encarar de perto enquanto ela segurava meu cabelo por trás e enlaçava minha cintura com as pernas.

Deusa, o rosto dela era tão lindo e delicado com aquele carmim sedutor. Os lábios carnudos e vermelhos como se tivessem sido pintados à mão. A névoa se erguia sobre a água e nos mergulhava numa atmosfera ambígua.

—Preciso… do seu poder… —falou de novo, entrecortado, e sem me dar tempo nem de responder, me assaltava a boca.

Deixei-me levar e assumi o controle, liberei sem reservas a magia nas minhas veias. Eu não a controlava tão bem quanto minha mãe ou minha irmã, mas também não precisava fazer muito esforço. Era como se todo o meu ser quisesse sair e se apoderar do dela.

Envolvi seu corpo com os braços e movi meus lábios de forma predatória, batendo os pés debaixo d’água para nos manter à tona.

Minhas mãos apertaram e apalparam com luxúria a bunda dela e a colaram no meu corpo endurecido e faminto pelo toque dela.

Eu sentia minha magia penetrar pelos poros e se encontrar com o fogo que consumia Abigail.

Gale insistia, uma e outra vez, em procurar a loba dele, mas o interior da ruiva estava um caos.

De repente, no meio dos beijos, dos sons cada vez mais eróticos que saíam das nossas bocas, ela desceu a mão e começou a me tocar o pau.

Era bem desajeitada, mas os apertos descoordenados na cabeça da glande me deixavam rosnando de tesão.

—Mmnn —gemi rouco quando os dedos dela se enfiaram e exploraram diretamente por dentro.

—Sshh, espera, nena… espera… —ofeguei, me movendo com ela erguida até a borda.

Meu pau quase chorou quando a mão feminina parou de massageá-lo.

Consegui apoiá-la numa pedra arredondada e plana, lambida pela água.

Acariciando seu pescoço e morrendo de vontade de chupar seus seios, comecei a baixar a cueca.

Meus pés pisavam firme no fundo, esta parte era mais rasa.

Logo eu estava como vim ao mundo e joguei a peça de roupa de qualquer jeito.

Me afastei um pouco só para vê-la com clareza.

Sentada, com as pernas abertas, as coxas meio submersas, me enlaçando pela cintura e apoiada nos meus ombros.

O rosto sedutor bem à minha frente, me olhando, a língua lambendo aqueles lábios grossos, e o cabelo vermelho-fogo caindo sobre a pele branca.

A umidade nos olhos cinzentos deixava ela tão meiga, tão inocente e… virginal.

—Sshh, nena, você tá me matando…

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