Carolina estava prestes a dizer algo quando a mulher de repente pegou a menina no colo e correu.
Ela corria tão apressada que acabou esbarrando e derrubando o pastel que Lucas segurava na mão.
Lucas olhou confuso para Carolina, "Mamãe...?"
Carolina também estava surpresa, ela observou a mulher se afastando por alguns segundos antes de desviar o olhar.
Acariociando a cabeça de Lucas,
"Lucas, não tenha medo. A filha da senhora está muito doente, é por isso que ela estava chorando."
O pastel caiu no chão e ficou sujo de terra, não podia ser comido. Carolina pegou e jogou no lixo, pegando a mão de Lucas e caminhando em direção ao hospital.
Lucas olhou na direção para onde a mulher tinha corrido e perguntou a Carolina,
"Mamãe, a doença daquela menina não tem cura?"
"Sim, pelo visto, é incurável. Mas ela não é sua irmãzinha, é sua irmã mais velha. Ela é mais velha que você."
"Ah? Mas ela parece tão pequena, até menor que a Querida."
"É porque ela está doente e com desnutrição, por isso parece mais frágil."
Lucas murmurou, "Elas parecem tão tristes. A desnutrição é porque não têm dinheiro para comer bem?"
"Pode ser, todo o dinheiro da família deve estar sendo usado para o tratamento da irmã."
Lucas franziu a testa, "Mamãe, posso doar meu dinheiro do lanche para elas?"
Carolina sorriu, "Claro que pode."
Lucas queria ajudá-las, e ela naturalmente não se oporia a um gesto de bondade.
"Se tivermos a chance de vê-las novamente, vamos ajudar."
"Sim, sim."
Conversando, mãe e filho nem perceberam os olhares que vinham de trás.
A mulher os observava até ter certeza de que haviam entrado no hospital, então se aproximou do lixo.
Ela pegou o pastel, sacudiu a terra e deu uma mordida antes de passá-lo para a filha que acordava,
"Quitéria, experimenta, está gostoso."
"Está mesmo delicioso. Desde que Tânia chegou, ela vive reclamando que a comida daqui é ruim. Eu ficava me perguntando, porque sei que ela adora comer, mas não é de fazer cara feia para comida! Agora vejo que foi o Lucas que a deixou com o paladar exigente."
Carolina elogiou com um sorriso, "Nosso Lucas é mesmo incrível."
Tânia se sentiu injustiçada, "Ficar longe do Lucas por mais de um mês foi um sofrimento para o meu estômago!"
Lucas, com o rosto corado pelos elogios,
"Então, daqui para frente, não vamos mais nos separar, assim como a mamãe e o Lucas, sempre juntos."
"Combinado! Onde quer que Lucas vá, eu irei junto. Mas, se eu ficar grudada no Lucas todos os dias, ele vai se cansar da madrinha?"
"Claro que não, o Lucas adora a madrinha."
Tânia, emocionada e orgulhosa,
"Olha só, que menino mais querido! Quando a madrinha sair daqui, vou te levar para passear, a Cidade de Angeles tem tantos lugares lindos."
"Sim, sim, então madrinha tem que se recuperar logo, não pode mais ficar triste."
"A madrinha não está mais triste. Só de ver o Lucas, meu humor melhora na hora. E ainda por cima, comi essa delícia que o Lucas fez, estou até feliz demais."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...